quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Marcha em Brasília reúne 20 mil manifestantes e cobra investimentos em saúde, educação e reforma agrária




A Marcha de Brasília, atividade convocada pela Jornada Nacional de Lutas, reuniu cerca de 20 mil pessoas, segundo os organizadores, com início por volta das 10h e encerramento às 13h30. Trabalhadores de diversas categorias do país participaram da iniciativa, entre eles, metalúrgicos, petroleiros, professores universitários, trabalhadores dos Correios, servidores públicos federais, mineradores, bancários, rodoviários, estudantes, além de integrantes de movimentos populares. Os manifestantes saíram do estádio Mané Garrincha e percorreram as ruas do centro de Brasília finalizando o protesto em frente ao Congresso Nacional.


Audiências – Às 11h houve audiência com o secretário geral da Presidência, Gilberto Carvalho; às 11h30, a audiência foi com o presidente da Câmara Federal, Marco Maia. Às 19h será com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Aires Brito. Nesses encontros os representantes da Jornada Nacional de Lutas levam suas reivindicações a cada um dos órgãos.

Após o encerramento do ato pelo dirigente da Secretaria Executiva Nacional da CSP-Conlutas, Luis Carlos Prates, o Mancha, os estudantes se dirigiram para o Ministério da Educação; os integrantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) foram para o Ministério das Cidades realizar um protesto contra os despejos que vêm ocorrendo no país devido à construção de obras da Copa do Mundo e da Olimpíada. A Via Campesina foi para o Ministério da Comunicação. Cada setor em luta, categorias em campanha salarial, está promovendo uma atividade específica por suas pautas de reivindicações. Às 15h acontece uma plenária pelos 10% do PIB para a Educação já!

De acordo com o dirigente da Secretaria Executiva nacional da CSP-Conlutas, Paulo Barela, a presença diversificada de categorias em luta mostrou que é possível organizar mobilizações unitárias que denunciem e apresentem alternativas à política do governo Dilma Rousseff. “É preciso que o governo deixe de governar para empresários, banqueiros e empreiteiros e atenda aos interesses dos trabalhadores do país, direcionando verbas para saúde, educação e transporte públicos, verbas para a reforma agrária”.

O protesto também exigiu o fim da corrupção no governo, e prisão e confisco dos bens dos corruptos e dos corruptores.

Segundo Barela, haverá continuidade dessa iniciativa. Nas próximas semanas acontece nova reunião das entidades que participaram a organização da Jornada Nacional de Lutas, que acontece de 17 a 26 de agosto em todos os estados do país. “O ponto alto da jornada foi a marcha em Brasília, mas antes foram realizadas passeatas, paralisações, assembléias, ocupações de terrenos e de terras e outras atividades em diversas categorias”.
Resistência Urbana ocupa Ministério dos Esportes

Cerca de 1,2 mil pessoas ocuparam às 16h o Ministério do Esporte, em Brasília. A iniciativa foi promovida pela Resistência Urbana, composta por vários movimentos sociais do país. A ocupação ocorre em virtude das ações de despejo e remoções de populações pobres das periferias das grandes cidades em locais que sediarão a Copa do Mundo de 2014. Os manifestantes denunciam o estado de exceção implantado por governos estaduais e municipais desconsiderando os direitos humanos e o direito à moradia daqueles que se encontram no caminho das obras da Copa. A Resistência Urbana também denuncia o uso do dinheiro público utilizado para construção de estádios e empreendimentos particulares financiados pelo BNDES.
O protesto nacional é organizado pela CSP-Conlutas e diversas entidades. Entre elas, MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, COBAP – Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, Via Campesina, MTL – Movimento Terra, Trabalho e Liberdade, Resistência Urbana, Intersindical, CNESF – Coordenação Nacional das Entidades dos Servidores Federais, CONDSEF – Confederação Nacional dos Servidores Federais, ANDES – Sindicato Nacional, FENASPS – Federação Nacional dos Trabalhadores da Saúde, Trabalho e Previdência Social, SINASEFE – Nacional, ASSIBGE – Sindicato Nacional, CPERS – Sindicato, ANEL – Assembléia Nacional dos Estudantes – Livre e várias outras entidades de base de vários estados do país.

As bandeiras da Jornada Nacional de Lutas:
- Defesa da aposentadoria e da previdência pública / fim do Fator previdenciário;
- Aumento geral dos salários;
- Redução da Jornada de trabalho sem redução salarial;
- Contra os cortes do orçamento / defesa do serviço público e dos direitos sociais do povo brasileiro / Combate à corrupção;
- Suspensão dos pagamento da dívida externa e interna aos grandes especuladores;
- Em defesa da educação e da saúde pública;
- Em defesa dos servidores públicos;
- Em defesa do direito à moradia digna / Terra para quem nela trabalha, reforma agrária já;
- Nenhum direito a menos / Contra a terceirização e a precarização do trabalho;
- Contra as privatizações / Defesa do patrimônio e dos recursos naturais do Brasil;
- Contra a criminalização da pobreza e dos movimentos sociais
- Contra o novo Código Florestal / Em defesa do meio ambiente;
- Contra toda forma de discriminação e opressão.

domingo, 21 de agosto de 2011

DIA DO VERMELHO!


A CSP-Conlutas, junto com outras entidades combativas, realiza nesta semana a Jornada Nacional de Lutas, de 17 a 26 de agosto. Trabalhadores, estudantes, movimento popular e de luta contra as opressões preparam atos, passeatas, paralisações, assembleias e diversas formas de manifestações que culminarão num grande ato em Brasília na próxima quarta-feira (24).

O objetivo da iniciativa é protestar contra os ataques promovidos pelo governo de Dilma Rousseff aos trabalhadores e ao conjunto da população como, por exemplo, o corte de R$ 50 bilhões no orçamento.
A jornada também pretende fortalecer e unificar as mobilizações que vêm acontecendo no país e as campanhas salariais, entre elas, bancários, petroleiros, metalúrgicos e servidores públicos federais.

Em bancários, marcaremos o 24 de agosto com o DIA DO VERMELHO. Convocamos tod@s @s bancári@s a nesse dia se vestirem com uma camisa vermelha, simbolizando a luta por melhores salários, condições de trabalho e contra as políticas do governo Dilma de ataques aos trabalhadores.

Os bancos lucraram como nunca durante os governos Lula e Dilma, chegaram ao lucro recorde no primeiro semestre desse ano (CEF- 1,7 bilhão; BB - 6,26 bilhão, Itau- 7,1 bilhões).  Nosso salário não cresceu na mesma proporção, ao contrário, seu valor vem sendo corroído pela inflação. Agora é hora de exigir salário justo. Banco cresceu, bancário quer o que é seu!

Nesse dia reafirmaremos nossa pauta de reivindicação para a campanha salarial de 2011:

* Reposição das perdas salariais
* 26% de reajuste salarial
* Piso Salarial do DIEESE - R$ 2212,66
* Isonomia: licença prêmio e anuênio para todos
* Jornada de 6 horas
* Estabilidade no emprego
* PLR Máxima - 25% dos lucros e linear para todos

Acompanhe os primeiros dias da Jornada Nacional de Lutas‏



A Jornada Nacional de Lutas já começou. Nos dois primeiros dias tivemos manifestações em Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro, Fortaleza (CE), Belém (PA), no interior da Bahia, São José dos Campos (SP), em Aracaju (SE) e outras cidades. Nesta sexta-feira têm muito mais atividades marcadas.

São trabalhadores, estudantes, movimento popular e de luta contra as opressões realizando atos, passeatas, paralisações, assembleias e diversas formas de manifestações.

A Jornada Nacional de Lutas pretende ajudar a preparar os trabalhadores para resistirem aos novos ataques que o governo e os empresários estão tentando impor à classe trabalhadora, aos aposentados. Eles querem se precaver da crise que assolou a Europa e os EUA reduzindo as verbas sociais e arrancando direitos, salários e atacando a aposentadoria.

Quando o governo Dilma assumiu, de cara, já anunciou o corte no orçamento de 50 bilhões de reais retirando recursos da saúde, educação, previdência, moradia e outros. De u R$ 40 bilhões para as empreiteiras tocarem, a base da corrupção, as obras da Copa e das Olimpíadas. Agora, lança o plano “Brasil Maior” que dá incentivos fiscais às grandes empresas principalmente multinacionais através de redução do IPI, da desoneração da folha de pagamento e do incentivo às exportações para supostamente aumentar a competitividade das empresas instaladas no país. Enquanto isso, se nega a dar reajustes salariais aos trabalhadores que estão em campanha de norte a sul do país dizendo que “é preciso manter a economia estável.”

O mesmo discurso e a velha política para enfrentar crises. Não podemos aceitar!

Além disso, os escândalos de corrupção ocupam a mídia diariamente. Uma lista infindável em sete meses: ministro da Casa Civil, dos Transportes, do Turismo e, mais recentemente, o da Agricultura. Ministérios da linha de frente do governo envolvidos em corrupção. Para onde está indo o dinheiro público?
Precisamos nos levantar e ir à luta! Precisamos seguir o exemplo dos trabalhadores e estudantes do mundo inteiro que estão enfrentando suas crises com mobilizações e muita resistência. São lutas que vão desde os povos do norte da África, às ocupações das praças em toda a Europa, assim como a heróica luta dos estudantes chilenos.

Por isso, a CSP-Conlutas e entidades como o Andes-SN, ANEL, Assibge-SN, CNESF, Cobap, Condsef, CPERS, Fenasps, Intersindical, MTL, MST e MTST organizaram essa grande semana de mobilizações por todo o país de 17 a 26 de agosto, cujo ponto alto será a grande marcha a Brasília no próximo dia 24.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Cartaz da Jornada Nacional de Lutas

Jornada de 6 h: vitória no Maranhão!



No dia 11, o conjunto dos bancários tiveram uma vitória importante, a justiça mandou o BB recomissionar os bancários do Maranhão que ganharam na justiça o direito de trabalhar seis horas sem redução salarial.

A justiça do Maranhão afirma que a decisão do descomissionamento, tomada pelo banco, é atitude intimidatória e ditatorial: “configura-se lesão a direito fundamental do trabalhador cidadão, que tem esvaziada por um ato abusivo a decisão que lhe fora favorável, com conduta intimidatória e ditatorial, que não se adequa as concepções modernas que devem nortear as relações de trabalho”.

A justiça determinou prazo de dez dias para o banco cumprir a decisão, caso contrário, será multado em R$ 10 mil por dia para cada funcionário que não seja reconduzido à sua comissão.

Boletim MNOB

O LUCRO CRESCEU. AGORA EU QUERO O MEU!




Na mesma semana em que o BB divulgou mais um lucro recorde, ultrapassando a inimaginável casa de R$1bilhão por mês, o negociador do Banco, José Roberto, veio ao Rio de Janeiro para passar o recado de que o BB não irá apresentar nenhum ganho aos funcionários nesta Campanha Salarial. José Roberto, em reunião com representantes das ECOAs, teve a cara-de-pau de tentar sensibilizar os funcionários a aceitarem mais esse sacrifício e solicitar que não façamos greve.


Matéria do jornal O Globo no último sábado diz: "Às vésperas do dissídio, governo manda Petrobrás, BB, CEF, Infraero e Correios a só repassarem a inflação." Outra vez querem utilizar a crise internacional para não aumentar os salários. Mas a previsão de crescimento do PIB para este ano é de 4%, e o lucro das empresas continua subindo na mesma escala em que cresce o ritmo de trabalho. Na hora de aumentar a venda de produtos fala-se em grandes oportunidades. Mas para falar de nossos direitos, o cenário muda.

Temos perdas salariais acumuladas de 86% no Plano Real. Se, com o Banco batendo recorde de lucros a cada trimestre, não arrancarmos um calendário para repor estas perdas, quando arrancaremos? A Contraf/CUT não pode falar em aumento real enquanto estas perdas não forem reparadas. E para além da luta por reajuste, há várias demandas, como a jornada de 6 horas e o PCS, que não podem ser deixadas de lado nas negociações.

Condições precárias de trabalho, adoecimento endêmico do funcionalismo, agravado pelo péssimo serviço prestado pela CASSI, centralizações e cortes de postos de trabalho, viraram rotina. Está na hora de darmos um basta!

Fonte: MNOB-Rio de Janeiro

terça-feira, 16 de agosto de 2011

MNOB apresenta pauta alternativa para a campanha salarial 2011


Conheça as minutas reivindicatórias dos bancários e bancárias do MNOB/CSP-Conlutas direcionadas à Fenaban (Bancos privados), ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Jornada Nacional de Lutas já vai começar!



Em todo o país, trabalhadores, estudantes, movimento popular e de luta contra as opressões preparam atos, passeatas, paralisações, assembleias e diversas formas de manifestações. Isto porque já estamos muito próximos da Jornada Nacional de Lutas, que acontece de 17 a 26 de agosto.

Essa jornada pretende ajudar a preparar os trabalhadores para resistirem aos novos ataques que o governo e os empresários estão tentando impor. Eles querem se precaver da crise que assolou a Europa e os EUA reduzindo as verbas sociais e arrancando direitos e salários dos trabalhadores brasileiros.

Quando o governo Dilma assumiu, de cara, já anunciou o corte no orçamento de 50 bilhões de reais retirando recursos da saúde, educação, previdência, moradia e outros. Agora, lança o plano “Brasil Maior” que dá incentivos fiscais às grandes empresas principalmente multinacionais através de redução do IPI, da desoneração da folha de pagamento e do incentivo às exportações para supostamente aumentar a competitividade das empresas instaladas no país. Enquanto isso, se nega a dar reajustes salariais dizendo que “é preciso manter a economia estável.”

O mesmo discurso e a velha política para enfrentar crises. Não podemos aceitar! Precisamos seguir o exemplo dos trabalhadores e estudantes do mundo inteiro que estão enfrentando suas crises com mobilizações e muita resistência. São lutas que vão desde os povos do norte da África, às ocupações das praças em toda a Europa, assim como a heróica luta dos estudantes chilenos.

No Brasil estão em luta o funcionalismo federal, os trabalhadores da educação básica, os trabalhadores sem teto, assim como as categorias que estão em campanha salarial, como petroleiros, bancários e metalúrgicos.

Queremos dar um sentido unitário a cada uma de nossas reivindicações e à luta contra os ataques de Dilma, dos governos estaduais e municipais e em defesa dos nossos direitos.

Por isso, a CSP-Conlutas e entidades como o Andes-SN, ANEL, Assibge-SN, CNESF, Cobap, Condsef, CPERS, Fenasps, Intersindical, MTL, MST e MTST estão organizando uma grande semana de mobilizações por todo o país de 17 a 26 de agosto. O ponto alto será a grande marcha a Brasília no próximo dia 24.

Extraído de: http://cspconlutas.org.br/

segunda-feira, 25 de julho de 2011

11 de agosto: luta pela jornada de 6 horas!


Foi aprovado, no Congresso Nacional dos funcionários do BB, o dia 11/08 como dia de luta pela jornada de 6 horas e em repúdio ao BB, por sua perseguição aos colegas do Maranhão que foram descomissionados. O Banco está retaliando funcionários no MA que ganharam na justiça o direito de trabalhar 6 horas.

Nossa jornada de 6 horas está na CLT. Os bancos tentam justificar a jornada de 8 horas dos comissionados alegando que são cargos de confiança. Mas a justiça do trabalho, contrariando tal argumento, não reconhece funções como gerência média, assistentes e analistas como cargos de confiança.

Lutar pela jornada de 6 horas é lutar por qualidade de vida para a categoria. A Campanha Salarial é o melhor momento que temos. Experiências anteriores já mostraram que o que não se resolve no Acordo Coletivo, ou fica “esquecido” pelo Banco, ou é implementado sem consulta à categoria, não atendendo nossas necessidades.

O Sindicato da Bahia tem a obrigação de seguir a deliberação do Congresso dos funcionários BB e organizar esse dia de luta pela jornada de 6h. A melhor forma de fazer isso é convocar uma assembléia para preparar o dia 11 de agosto e informar a categoria sobre o andamento das iniciativas jurídicas sobre o tema.

MNOB no Congresso dos Funcionários do BB

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Encontro do MNOB


No dia 17 de julho, as entidades que constroem o MNOB se reuniram para discutir a campanha salarial de 2011. Cerca de 65 bancários e bancárias debateram os eixos para a campanha de 2011, a necessidade de fortalecer o MNOB como alternativa à Contraf-CUT e a mobilizãção da categoria para o próximo período de reivindicações e lutas. Segue o relatório do Encontro Nacional do MONB.

RELATÓRIO ENCONTRO NACIONAL DO MNOB
(16/07/2011- Rio de Janeiro)



1. Total de participantes: credenciados: 65

> OPOSIÇÃO BA - 3

> OPOSIÇÃO BAIXADA FLUMINENSE/RJ - 3

> OPOSIÇÃO BH - 2

> OPOSIÇÃO BRASÍLIA - 2

> OPOSIÇÃO CE/AFBNB - 1

> OPOSIÇÃO FRIBURGO/RJ - 1

> OPOSIÇÃO PIAUÍ - 1

> OPOSIÇÃO PORTO ALEGRE - 1

> OPOSIÇÃO RIBEIRÃO PRETO/SP - 1

> OPOSIÇÃO cidade Rio de Janeiro - 16

> OPOSIÇÃO SP - 16

> SEEB BAURU - 2

> SEEB MA- 9

> SEEB RN - 6

> ASSOC.FUNC. BANRISUL - 1

> ANACEF - 1
2.Tese: FORTALECER O MNOB COMO INSTRUMENTO INDEPENDENTE, CLASSISTA E DEMOCRÁTICO DE ALTERNATIVA DE DIREÇÃO PARA A CATEGORIA BANCÁRIA



3. Pauta: Campanha Salarial (estratégia)
                Balanço e Organização do MNOB
                 Resoluções



4. Resoluções aprovadas:


Estratégia de campanha salarial:



> Reposição das perdas do Plano Real e a Isonomia;

> Campanha contra a mesa única da Fenaban;

> Impulsionar a campanha pela Isonomia;

> Defender os direitos dos funcionários incorporados pelo BB;

> Exigir estabilidade no emprego para todos os bancários, especialmente nos bancos privados;

> Defender acordo que garanta o direito de todos os funcionários de bancos públicos terem mesmo índice e demais conquistas econômicas;

> Fim da discriminação aos planos de benefício definido nos fundos de pensão;

> Investimento dos bancos nos planos de saúde e manutenção dos mesmos aos aposentados;

> Tíquete alimentação para os aposentados;

> PLR linear de 25% dos lucros;

> Defender, no BB, o retorno do antigo PCS, com interstícios de 12% e 16%;

> Jornada de 6 horas sem redução de salários;

> Combater o assédio moral atacando suas verdadeiras causas: fim de todo e qualquer tipo de metas, contratação de mais funcionários,critérios transparentes para comissionamentos, garantia de estabilidade no exercício de funções comissionadas e defesa do caráter social dos bancos públicos contra aestrutura atual, criada para a busca incessante de lucro.

> Fim das terceirizações e dos correspondentes bancários;

> Defender o fim do fator previdenciário e contra a implantação do fator 85/95, atualmente defendido pela CONTRAF/CUT. Pelo fim da altaprogramada do INSS;

> Construir, no dia 11/08, um Dia Nacional de Luta pela Jornada de 6 horas no BB, conforme aprovado em forma de resolução no Congresso dosFuncionários do BB. As atividades organizadas em cada local deverão ter como eixos - além da exigência ao BB de cumprimento da jornada de 6 horas para todos, sem reduçãosalarial – a exigência de fim imediato das punições impostas pelo BB aos colegas que conseguiram garantir najustiça este direito, como diversos colegas do Maranhão que foram DESCOMISSIONANDOS há dois meses. Exigir do BB querecomissione estes colegas imediatamente.

>Participar da Jornada de Lutas impulsionada pela CSP Conlutas e já aprovada pordiversos movimentos e entidades, na semana de 17 a26/08.

Jornada Nacional de Lutas - CSP CONLUTAS

A preparação da Jornada Nacional de Lutas que acontece de 17 a 26 de agosto já conta com as primeiras iniciativas por categorias de trabalhadores e dos movimentos. As paralisações do funcionalismo no dia 05 de julho, além de atividade da campanha salarial, já são uma ação em direção ao fortalecimento da jornada, assim como a preparação da greve para agosto nas bases do Sinasefe e os encontros regionais da entidade.


As atividades que vem sendo realizadas pelo movimento quilombola visam organizar uma plenária nacional no dia 24 de agosto, em Brasília.

A campanha “O minério tem que ser nosso” impulsionada pela CSP-Conlutas de Minas Gerais, terá seu 1º Encontro Estadual no dia 18 como parte da jornada.

As mobilizações organizadas pelo MTST, pelo Movimento Terra Livre, pelo MTL representarão a luta por moradia e pela reforma agrária; um ato previsto para o dia 30 de julho, no Rio de Janeiro, denuncia das remoções das comunidades para as obras da Copa e Olimpíadas. A ANEL deve realizar sua V Assembléia Nacional no dia 24 de agosto, em Brasília.

O cartaz e o manifesto da campanha já estão prontos. Serão rateados entre as regionais e entidades filiadas à Central. Quem não tiver os materiais, deve se informar nas CSP-Conlutas Regionais ou em suas entidades nacionais.

Até a semana da jornada, todas as quartas-feiras haverá reuniões de uma comissão operativa na sede da Central, para encaminhar as resoluções da Secretaria Executiva e o plano de intervenção na atividade.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Com ampla votação no SIM, bancários do Maranhão decidem pela desfiliação da CUT

Apuradas as urnas, cerca de 70% dos bancários aprovam sair da CUT


Apurado o Plebiscito, o SIM pela desfiliação da CUT alcançou vitória em todas as urnas. De um total de 3844 bancários aptos a votar, 2689 (69,95%) compareceram às urnas. Destes, 1855 (69,58%) votaram no SIM, isto é, pela desfiliação, contra 811 (30,42%), que votaram pelo não.


Com essa consagradora vitória, os bancários maranhenses demonstram forte descontentamento com os rumos que a CUT tomou, e autorizam a diretoria do SEEB/MA a ultimar o processo de desfiliação dessa Central. Para Eloy Natan, diretor de políticas sindicais, “este é um momento histórico, onde os bancários do Maranhão decidem se somar aos esforços da construção de uma alternativa para os trabalhadores”.

Para David Sá Barros, presidente do SEEB-MA, “com essa esmagadora votação (cerca de 70% dos votos válidos) no SIM, os bancários do Maranhão deram uma resposta contundente à degeneração da CUT. Espero que este exemplo se multiplique pelos outros sindicatos de bancários do país a fora. Infelizmente essa Central hoje representa um projeto de poder que relega os interesses dos trabalhadores ao plano secundário. Vamos ajudar a construir uma alternativa de organização que realmente represente os trabalhadores”.

Confira a apuração detalhada das urnas: