No dia 30 de janeiro ocorre a reunião do Espaço de Unidade de Ação, em Brasília. Esse fórum é composto por diversas entidades, além da CSP-Conlutas, e tem o objetivo de organizar a mobilização dos trabalhadores e setores aliados para as lutas. As organizações participantes divulgaram convocatória com chamado para a reunião. Confira aqui.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
sábado, 27 de dezembro de 2014
O governismo da direção do sindicato e a defesa de nossos direitos
Foi com muita apreensão que
recebemos a última edição do ano do jornal do Sindicato dos Bancários da Bahia.
A direção do sindicato, de modo
eufórico, apresenta a vitória eleitoral de Dilma Roussef e Rui Costa como uma
vitória da classe trabalhadora, mesmo após os anúncios de medidas que ferem
nossos direitos e que atendem aos interesses dos bancos e grandes empresas, que
inclui a privatização de empresas públicas e cortes no orçamento social.
Diante dos ataques a serem
realizados pelos governos nos próximos anos em razão da crise econômica, que
tem a privatização da Caixa como parte do plano, o que esperar dessa diretoria,
que além da empolgada demonstração de apoio, ainda tem um diretor como
secretário do governo estadual??
É preciso independência pra
lutar! Exigimos que o sindicato repense sua posição, se coloque do lado dos
bancários e organize as lutas em defesa de nossos direitos, contra os ataques
dos governos.
domingo, 21 de dezembro de 2014
Nota do MNOB-BA sobre a proposta de privatização da CAIXA
Foi noticiado pelo jornal Folha de São Paulo, edição deste
domingo, a intenção do governo Dilma-PT de abertura do capital da Caixa
Econômica em 2016, precedido de um cuidadoso processo de "saneamento",
ou seja, reestruturação e cortes de direitos para deixar o banco apetitoso ao
capital privado.
A maioria dos bancários da Caixa votou pela reeleição de Dilma Roussef-PT por acreditar no discurso de defesa e fortalecimento dos bancos públicos feito por ela e por temer a possibilidade de desmonte e a privatização da empresa caso Aécio Neves-PSDB saísse vitorioso.
Passadas as eleições, o governo do PT/PCdoB esqueceu todo o
discurso de campanha e revelou seus verdadeiros intentos. Desde as primeiras
medidas anunciadas, o aumento da taxa básica de juros, aumento da meta de
superávit primário, o reajuste da gasolina, passando pela formação da equipe
econômica e composição dos ministérios, Dilma-PT demonstra que seguirá
governando para as grandes empresas, o agronegócio e os bancos.
A proposta de privatização da Caixa é mais uma medida das
muitas que virão desse governo, na tentativa de fazer com que nós trabalhadores
paguemos o preço da crise econômica, enquanto os interesses e lucros privados
são priorizados. É preciso superar as ilusões nos governos de coalizão do PT/PCdoB.
Na Bahia, por exemplo, Rui Costa já anunciou a privatização da Ebal, EBDA, Bahiatursa,
mudanças na previdência dos servidores estaduais e cortes diversos no orçamento
social.
Nenhuma medida privatizante poderá trazer benefícios para os
trabalhadores e nem para as empresas públicas. São fartos os exemplos do
período FHC e são muitos os exemplos também durante os governos do PT/PCdob. O
processo em curso de abertura do capital dos Correios, por exemplo, veio
acompanhado de privatização do plano de saúde e previdência dos ecetistas.
Existe uma dura reestruturação dentro dos Correios que afeta as condições de
trabalho e a saúde dos trabalhadores. A privatização interna da Petrobras, só
favoreceu a corrupção e a precariedade das condições de trabalho. Está colocada
a possibilidade de perdermos ainda mais direitos.
O combate a proposta de privatização precisa começar desde
já. Não podemos esperar para ver. Nem mesmo esperar a campanha salarial do ano
vem. É preciso organizar a resistência agora e barrar o andamento dessa e de
outras medidas que atacam os direitos dos trabalhadores.
Nós do Movimento Nacional de Oposição Bancária - MNOB/CSP-Conlutas
defendemos que a preocupação do movimento sindical nessa conjuntura não deve
ser blindar o governo, mas sim preparar os trabalhadores para a luta contra as
medidas de ajuste e de privatização anunciadas.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
MNOB defende fim dos correspondentes bancários no ato contra a autonomia do Bacen
A
autonomia do Banco Central ganhou destaque no debate eleitoral após a candidata
Marina Silva (PSB) defender a independência formal do banco em relação ao
governo. A candidata Dilma (PT) tem aproveitado essa proposta de Marina para
acusá-la de ser a candidata dos banqueiros. Como parte do calendário de nossa campanha
salarial, o Comando Nacional dos Bancários, dirigido pela Contraf-CUT, propôs a
realização de atos em várias capitais contra a proposta de autonomia.
O
Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB/CSP-Conlutas) participa destes
atos por entender que um Banco Central formalmente autônomo é ainda mais suscetível aos
interesses dos bancos. No entanto, não basta ser contra a autonomia formal,
porque na prática o governo Dilma já garante a autonomia operacional e os
banqueiros já mandam no país.
Para que o Bacen se
livre da pressão dos bancos é necessário mudar toda a atual política econômica,
sustentada em juros altos, endividamento da população e privilégio na
destinação dos recursos públicos para o pagamento de juros e amortização da
dívida aos bancos, principais detentores dos títulos públicos.
Devemos exigir nos atos:
à
a revogação da resolução que autoriza os correspondentes bancários, medida do Bacen que liberou
a terceirização no setor;
à
o aumento do compulsório para os bancos que reduzirem postos de trabalho;
à
o rechaço às privatizações, exigindo que o BB volte a ser 100% estatal,
eliminando a pressão dos acionistas privados.
domingo, 20 de abril de 2014
domingo, 30 de março de 2014
Carta de São Paulo: Vamos voltar às ruas! Na Copa vai ter luta!
Chega de dinheiro
para a Fifa, grandes empresas e bancos!
Recursos públicos para saúde, educação, moradia, transporte público e reforma agrária!
Basta de violência e criminalização das lutas populares! Ditadura nunca mais!
Recursos públicos para saúde, educação, moradia, transporte público e reforma agrária!
Basta de violência e criminalização das lutas populares! Ditadura nunca mais!
O país se prepara
para a Copa do Mundo. Nosso povo gosta de futebol e quer apoiar a seleção
brasileira. O governo e a mídia tratam de transformar tudo isso em uma grande
festa nacional e internacional. Mas nada disso pode esconder uma certeza:
o Brasil vai se consagrando como campeão da desigualdade, injustiça, exploração
e violência contra seu próprio povo.
Estamos convivendo
com o caos da saúde pública, o descaso com a educação, a precariedade do
transporte e nos serviços públicos, nas três esferas, assim como a falta de
moradia e de terra para plantar e produzir alimentos. Desde junho do ano
passado este tem sido o grito cada vez mais alto dos trabalhadores e da
juventude brasileira. Os governos –federal, estaduais e municipais – não
atendem as reivindicações dos que lutam. Nunca tem verbas para atender as
necessidades do povo.
Para bancos e
grandes empresas nunca faltam recursos. O governo isenta as empresas de pagar
impostos, repassa quase metade do orçamento para os banqueiros todos os anos
através do pagamento da dívida pública. Além disso, o patrimônio publico é
privatizado e entregue aos empresários, do petróleo aos portos, aeroportos e
estradas.
Isto condena os
trabalhadores a uma condição de vida cada vez pior. Dentro da classe
trabalhadora, as mulheres, negros e negras e LGBT’s sofrem ainda mais com essa
política, pois estão também sujeitos a toda sorte de discriminação e violência.
Na periferia das grandes cidades a única presença visível do Estado é a da
polícia, promovendo um verdadeiro genocídio contra a juventude e a população
pobre e negra.
As mobilizações dos
trabalhadores e demais segmentos são violentamente atacadas pela polícia. Há
uma escalada militarista e um processo de criminalização dos ativistas e jovens
lutadores, com prisões, inquéritos policiais e administrativos, e demissões dos
que lutam. Esta política tem sido praticada pelos governos dos estados (PMDB,
PSDB, PSB, PT etc).
Mas o governo Dilma
segue o mesmo caminho, colocando a Forca Nacional de Segurança e o Exército
Brasileiro a serviço da repressão das lutas populares. Tudo isso acontece
quando se completam os 50 anos da instauração da ditadura militar no Brasil. Ao
invés de punir os torturadores do passado e revogar toda a legislação
antidemocrática faz o contrário, não atende as necessidades da população e quer
impedir o povo de lutar por seus direitos, assim como na ditadura. Lamentável!
Os trabalhadores
estão lutando e buscando fazer ouvir a sua voz. Assim o fizeram os garis do Rio
de Janeiro, em pleno carnaval carioca mostraram ao mundo a real situação a que
são submetidos. Assim também fizeram os rodoviários de Porto Alegre (RS), os
operários do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) e tantas outras
categorias, como os servidores federais que estão iniciando sua campanha
salarial deste ano. O movimento popular luta sem trégua por moradia e por
melhores condições de vida nos bairros.
Na Copa, vamos
ocupar as ruas
A Copa do Mundo é mais uma expressão desta política desigual que privilegia poderosos e impõe situação de penúria à maioria da população. O governo federal e dos estados estão gastando mais de R$ 34 bilhões com a construção e reforma de estádios, aeroportos outras obras para a Copa, dinheiro colocado nas mãos de empreiteiras, enquanto a população pobre é despejada de suas casas para dar lugar a essas obras.
A Copa do Mundo é mais uma expressão desta política desigual que privilegia poderosos e impõe situação de penúria à maioria da população. O governo federal e dos estados estão gastando mais de R$ 34 bilhões com a construção e reforma de estádios, aeroportos outras obras para a Copa, dinheiro colocado nas mãos de empreiteiras, enquanto a população pobre é despejada de suas casas para dar lugar a essas obras.
Chega! Vamos dar um
basta nesta situação. Vamos apoiar e unificar as lutas que já estão em curso e
unificar as nossas bandeiras. Voltaremos às ruas com grandes mobilizações
sociais em todo o país no período da Copa do Mundo. Vamos mostrar ao mundo que
o que acontece de fato no Brasil é a destinação do dinheiro público para as
mãos de poucos beneficiados, entre eles a Fifa, grandes empresas e bancos. Nós
queremos recursos públicos para saúde, educação, moradia, transporte público e
reforma agrária!
Vamos voltar às
ruas!
Nossas
reivindicações:
- Chega de dinheiro para a Copa, Fifa e para as grandes empresas! Recursos públicos para a saúde e educação! 10% do PIB para a educação pública, já! 10% do orçamento federal para a saúde pública, já!
- Chega de dinheiro para a Copa, Fifa e para as grandes empresas! Recursos públicos para a saúde e educação! 10% do PIB para a educação pública, já! 10% do orçamento federal para a saúde pública, já!
- Chega de
dinheiro para os bancos! Suspensão imediata do pagamento das dívidas externa e
interna! Dinheiro para a moradia popular e para o transporte coletivo! Tarifa
zero já! Transporte e moradia são direitos de todos!
- Chega de
arrocho salarial e desrespeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras!
Fim do fator previdenciário! Aumento das aposentadorias! Anulação da reforma da
Previdência de 2003 e do Funpresp!
- Respeito aos
direitos dos trabalhadores assalariados do campo e agricultores familiares!
Reforma agrária e prioridade para a produção de alimentos para o povo!
- Chega de
privatizações! Reestatização das empresas privatizadas! Petróleo e Petrobras
100% estatal! Estatização dos transportes!
- Basta de machismo,
racismo, homofobia e transfobia!
- Respeito aos
direitos dos povos originários, quilombolas e indígenas!
- Basta de
violência, repressão e criminalização das lutas sociais! Desmilitarização da
PM! Arquivamento de todos os inquéritos e processos contra movimentos
sociais e ativistas! Liberdade imediata para todos os presos! Revogação das
leis que criminalizam a luta dos trabalhadores e da juventude! Ditadura nunca
mais!
Plano de lutas
Vamos transformar nossa indignação em um amplo processo de mobilização social para defender nossas demandas e reivindicações. Lançamos este Manifesto como um chamado a todos e todas que neste pais querem lutar por uma vida melhor. E orientamos a realização de encontros e plenárias em todos os estados, que reúnam todos os lutadores e lutadoras de cada região, preparando de forma concreta as mobilizações previstas no calendário de lutas.
Vamos transformar nossa indignação em um amplo processo de mobilização social para defender nossas demandas e reivindicações. Lançamos este Manifesto como um chamado a todos e todas que neste pais querem lutar por uma vida melhor. E orientamos a realização de encontros e plenárias em todos os estados, que reúnam todos os lutadores e lutadoras de cada região, preparando de forma concreta as mobilizações previstas no calendário de lutas.
Calendário
A organização das manifestações começa efetivamente em abril e maio, com a realização de plenárias nos estados. Entre os dias 1º e 3 de maio, acontecerá o I Encontro de Atingidos por Megaeventos e Megaempreendimentos, em Belo Horizonte (MG). Haverá ainda o Dia Internacional contra as Remoções da Copa, marcado para 15 de maio. Segue abaixo o calendário.
A organização das manifestações começa efetivamente em abril e maio, com a realização de plenárias nos estados. Entre os dias 1º e 3 de maio, acontecerá o I Encontro de Atingidos por Megaeventos e Megaempreendimentos, em Belo Horizonte (MG). Haverá ainda o Dia Internacional contra as Remoções da Copa, marcado para 15 de maio. Segue abaixo o calendário.
- 22 de
março: Encontro Nacional “Na Copa vai ter luta”.
- Abril e
Maio: Realização dos encontros plenárias nos estados para organizar o calendário
de lutas.
- Abril:
Realização de um ato nacional contra a criminalização das lutas, dirigentes e
ativistas, da população pobre e de periferia, vinculando ao aniversário dos 50
anos do golpe militar de 1964. Ampliar essa iniciativa para além dos movimentos
sociais, procurando outras entidades como a OAB, ABI, Comissão Justiça e Paz,
Comissões de Direitos Humanos etc.
- 28 de
abril: Dia de luta e denúncia dos acidentes de trabalho.
- Abril e
maio: Jornada de lutas convocada por vários segmentos do movimento popular
para defender o direito à cidade (moradia, transporte e mobilidade, saneamento
etc.).
- 1º de
maio: O Dia Internacional do Trabalhador/a será com a organização e
participação em atos classistas.
- 1º a 3 de
maio: I Encontro de Atingidos por Megaeventos e Megaempreendimentos (Belo
Horizonte - MG).
- 15 de
maio: Dia Internacional contra as Remoções da Copa.
- 12 de
junho: Abertura da Jornada de Mobilizações “NA COPA VAI TER LUTA”, com
grandes mobilizações populares em todas as grandes cidades do país.
- Período
dos jogos da Copa: realização de manifestações nos estados conforme
definição dos encontros e plenárias estaduais
- 15 e 16
de julho: Mobilizações contra a Cúpula dos BRICS (Fortaleza).
- 1º a 7 de
setembro: Semana da Pátria e Grito dos/as Excluídos/as, com o lema: “Ocupar
ruas e praças por liberdade e direitos”.
CSP-Conlutas
A CUT Pode Mais (RS)
Feraesp (Federação dos Empregados Rurais Assalariados do Estado de São Paulo)
Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal)
Jubileu Sul
Fenasps (Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social)
Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior)
Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica
FNTIG (Federação Nacional dos Trabalhadores em Indústrias Gráficas)
FNP (Federação Nacional dos Petroleiros)
Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais)
Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas)
Asfoc (Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz)
Sindicato dos Metroviários de São Paulo
CPERS (Centro dos Professores do Estado do RS/Sindicato)
Simpe-RS (Sindicato dos Servidores Públicos do RS)
APCEF-RS (Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal-RS)
Sindserf-RS (Sindicato dos Servidores Públicos Federais)
Sindjus (Sindicato dos Servidores da Justiça do RS)
Sindicato dos Aeroviários do Rio Grande do Sul
Anel (Assembleia Nacional de Estudantes – Livre)
MTL (Movimento Terra e Liberdade)
Luta Popular
Quilombo Raça e Classe
MML (Movimento Mulheres em Luta)
Coletivo Construção Juntos
Na Copa vai ter Luta!
ENCONTRO NACIONAL DO ESPAÇO UNIDADE DE AÇÃO
REÚNE 2.500 LUTADORES
REÚNE 2.500 LUTADORES
Foto de ANDES/SN
Encontro reuniu trabalhadores, estudantes e os que lutam contra a
opressão e definiu calendário de lutas no período da Copa
A abertura da Copa do Mundo será acompanhada de grandes manifestações
populares em diversas cidades do país. 12 de junho foi escolhida como a data de
início da Jornada de Mobilizações "na Copa vai ter Luta", organizada
pelas entidades que se reuniram no Encontro Nacional do Espaço Unidade de Ação,
neste sábado, dia 22, em São Paulo-SP.
Após cerca de oito horas de discussões, os mais de 2.500 lutadores de
diferentes entidades sindicais, estudantis, sociais e populares aprovaram o
manifesto, a Carta de São Paulo, "Vamos voltar às ruas - Na Copa vai ter
luta" e o calendário de mobilizações.
O objetivo desta iniciativa é dar uma passo importante na unidade dos
que querem lutar durante a Copa no Brasil. As entidades participantes pretendem
mostrar ao mundo o destino dado ao dinheiro público, com gastos abusivos na
construção de estádios e infraestrutura, em que os grandes beneficiados são a
Fifa e empreiteiras. "Nós queremos recursos públicos para saúde, educação,
moradia, transporte público e reforma agrária!", diz ainda o manifesto.
As manifestações da Copa também serão impulsionadas pelas lutas dos
diversos segmentos da sociedade. Pela disposição dos presentes, 2014 será um
ano de muita luta e resistência a começar pelas greves que ocorreram
recentemente como a dos rodoviários de Porto Alegre, os garis do Rio de Janeiro
e os operários do Comperj. Além dessas, as campanhas que vem se forjando como
as dos servidores públicos federais e as mobilizações dos movimentos populares
com as ocupações por moradia e os enfrentamentos a que são submetidos em suas
lutas.
O Encontro aconteceu na quadra poliesportiva do Sindicato dos
Metroviários de São Paulo.
O Encontro
Foto de ANDES/SN
Pela manhã, a mesa de abertura foi composta por representantes da
CSP-Conlutas, de A CUT Pode Mais, Condsef, Feraesp, Fenasps, Jubileu Sul e das
greves do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro), Rodoviários de
Porto Alegre e Garis do Rio de Janeiro, os quais receberam uma saudação
calorosa do plenário.
Em seguida os participantes do Encontro se dividiram em grupos temáticos
para segmentação dos debates nos seguintes temas: criminalização dos movimentos
sociais, discriminação e violência: luta contra opressões; defesa dos serviços
públicos – contra as privatizações; passe livre e transporte público;
financiamento público para a educação pública; luta por moradia e direito à
cidade; reforma agrária; direitos da aposentadoria; luta contra as
terceirizações, liberdade de organização sindical; saúde do trabalhador;
cultura; e descriminalização das drogas.
Após os debates em grupo, os lutadores saíram às ruas, numa passeata na
Radial Leste, para dar um recado à presidenta Dilma Rousseff: "Dilma,
escuta, na Copa vai ter luta", gritavam os manifestantes, que ocuparam a
avenida das 14 às 14h30min. Após uma pausa para o almoço, as atividades foram
retomadas numa plenária final, que aprovou o calendário de lutas, a carta do
Encontro e várias moções.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
PROPOSTA ESPECÍFICA DA CAIXA
1) PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS OU
RESULTADOS - PLR
a) PLR Regra FENABAN
Regra Básica
Regra Adicional
b) PLR Adicional CAIXA
4% do lucro líquido realizado
distribuído igualmente para todos os empregados e
Garantia de no mínimo uma
Remuneração Base a todos os Empregados.
Valores de PLR - Exemplos
paradigmáticos, com base no lucro orçado:
TBN referência 203 – R$ 8.000,48
Caixa Executivo - R$ 9.361,28
Tesoureiro - R$ 11.200,88
Avaliador penhor - R$ 10.695,98
2) PLR – ANTECIPAÇÃO
Antecipação de 60% do valor devido a
cada empregado, a ser paga em até 10 dias após
assinatura do ACT.
4) PLANO DE ASSISTÊNCIA À SAUDE –
DEPENDENTE INDIRETO SAÚDE CAIXA
Extensão da condição de dependente
indireto a filhos (as) / Enteados (as) com idade
entre 21 e 27 anos incompletos que
não possuam qualquer renda superior a R$ 1.800,00,
inclusive as provenientes de pensão
alimentícia.
5) VALE CULTURA
A CAIXA participará do Programa de
Cultura do Trabalhador, como empresa beneficiária,
para distribuir o vale-cultura aos
empregados que o requeiram e que tenham
Remuneração Base igual ou inferior a
5 salários mínimos, conforme os termos
estabelecidos pela Lei 12.761/2012 e
seu regulamento.
6) HORAS EXTRAS
Manutenção da cláusula referente a
prorrogação da Jornada de trabalho, assegurando-se
o pagamento, com adicional de 50%
sobre o valor da hora normal, ou a compensação das
horas extraordinárias realizadas na
proporção de 1 hora realizada para 1 hora
compensada e igual fração de minutos.
Pagamento de 100% das horas extras
realizadas em agências com até 15 (quinze)
empregados, facultando ao empregado
optar pela compensação, a partir de 02 de Janeiro
de 2014.
7) JORNADA EM REGIME DE ESCALA Assume
o compromisso de em até 31 de dezembro definir a redação.
8) AUSÊNCIAS PERMITIDAS
Renovação da cláusula,
acrescentando:
Até 2 (dois) dias por ano para levar
cônjuge, companheiro (a), pai, mãe, filho ou
dependente menor de 14 anos ao
médico, mediante comprovação, em até 48 horas após.
9) PROMOÇÃO POR MÉRITO – ANO BASE
2013
A CAIXA realizará sistemática de
avaliação para promoção por mérito em 2014, referente
ao ano base 2013.
Redução das horas de estudo para
efeito da promoção por mérito de 70 para 10 horas.
10) COMISSÕES DE CONCILIAÇÃO
VOLUNTÁRIA
A Caixa se compromete a renovar a
assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho que
regulamenta a CCV por ocasião do seu
vencimento.
11) PSI - Constituição de Comissão
para avaliar e sugerir melhorias nos processos de
seleção interna*;
12) Constituição de fórum para
debater, propor e estruturar ações preventivas e de tratamento de situações que envolvam
o tema condições de trabalho, abrangendo: conflito no ambiente de trabalho;
jornada de trabalho; acompanhamento de resultados; estrutura física e de pessoas das
unidades*.
* Início dos trabalhos 30 dias após
a assinatura do ACT e conclusão até 30/Março/2014.
13) A CAIXA se compromete a dar
continuidade ao processo de contratação de
empregados, em 2014, para reposição
dos empregados desligados e nas aberturas de
agências.
14) Os descontos decorrentes de
ausência ao trabalho em virtude de paralização nos dias
11/07/2013 e 30/08/2013 serão
convertidos em compensação (na regra da greve) com a
devolução dos valores aos empregados
nessa situação.
CLÁUSULAS RENOVADAS
REFERÊNCIA DE INGRESSO E
ENQUADRAMENTO
Os empregados serão contratados na
referência 202 da Estrutura Salarial Unificada (ESU) e nas referências 2402, 2602 e
2802 da Nova Estrutura Salarial (NES) e serão enquadrados nas referências 203,
2403, 2603 e 2803, respectivamente, no dia imediatamente posterior à conclusão
do período referente ao contrato de experiência.
ISENÇÃO DE ANUIDADE DE CARTÃO DE
CRÉDITO
Renovação da cláusula que garante a
isenção de anuidade dos cartões de crédito CAIXA Mastercard e Visa a seus empregados.
JUROS DO CHEQUE ESPECIAL Manutenção
do enquadramento dos empregados, no programa de relacionamento para redução dos juros do cheque
especial.
LICENÇA MATERNIDADE E LICENÇA ADOÇÃO
Ratificação das atuais condições
para Licença Maternidade e Licença Adoção.
ESTABILIDADE PROVISÓRIA DE EMPREGO
Renovação da cláusula referente às
estabilidades provisórias de emprego.
ADICIONAL DE INSALUBRIDADE E DE
PERICULOSIDADE
A CAIXA continuará a pagar o
adicional de insalubridade ou de periculosidade, sempre que na prestação de serviços se
verificar o seu enquadramento nas atividades ou operações insalubres ou perigosas.
LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE E
TITULARIDADE DA FUNÇÃO
GRATIFICADA OU CARGO EM COMISSÃO EM
LICENÇA PARA TRATAMENTO DE
SAÚDE
A CAIXA renova a cláusula onde
considera como de efetivo exercício os primeiros 15 dias de licença para tratamento de saúde
do empregado.
A CAIXA garantirá ao empregado a
titularidade da Função Gratificada ou Cargo em Comissão, pelo período da licença
para tratamento de saúde – LTS – ou licença por acidente de trabalho – LAT, até o
limite de 180 dias.
FONTE: CONTRAF-CUT
ANÁLISE DA PROPOSTA ESPECÍFICA DO BB
Proposta está recheada de ítens que não serão clausulados. Se a direção do BB está descumprindo ítens clausulados, a Contraf está chamando a que confiemos na atual direção do BB a cumprir itens que não estarão redigidos no acordo ?
Na prática, o único avanço que houve foi o meio ponto, no PCR, para os caixa-executivos, o que é muito pouco para este setor que continua sendo a vanguarda de nossa greve. A cláusula de efetivação dos caixas-substitutos também precisa ser clarificada, pois, no texto do acordo não se estabelece um número claro . Todo o restante de ítens listados são enfeites, que não configuram como "novos direitos".
O mais grave do atual acordo :
- Ausência de qualquer mecanismo de inibição de descomissionamentos/demissões - principal ataque que estamos vivendo hoje, dentro do BB
-Não conseguimos, inclusive, reverter a questáo da GDP com meta individual, o que , na prática, estabelece o AUMENTO DO ASSÉDIO e ameaça de descomissionamento.
- BB irá criar uma cláusula que limita uso sms : por que não apresenta redação antes da assembléia ?
- Ficha suja : gestor que tiver a denúncia PROCEDENTE. Quem vai apurar e definir se são procedentes ou não ? Os Comitês de Ética, praticamente não funcionam e são totalmente controlados pelo BB.Além disto, este ítem náo será CLAUSULADO !!!
- Piso do BB continua sendo inferior ao da Caixa econômica e ao do BRB 9 R$ 2.2.50,00 )
VEJA AS PROPOSTAS 2013 - FINAL
"- Vale cultura: no valor de R$ 50,00 por mês para os funcionários que ganhem até 5 salários mínimos, a partir de janeiro/2014.
- Abono das horas de ausências, durante a jornada de trabalho, para os funcionários com deficiência, para aquisição, manutenção ou reparo de ajudas técnicas (cadeiras de rodas, muletas, etc), com limite de uma jornada de trabalho por ano;
- Elevação da licença adoção para homens solteiros (família monoparental) ou com união estável homoafetiva, de 30 para 180 dias;
- Aumento do valor da bolsa dos estagiários, de R$ 332,00 para R$ 570,00;
- Auxílio educacional para dependentes de funcionário falecido ou que tenha ficado inválido em decorrência de assalto intentado contra o Banco - no limite de R$ 868,00 por mês até 24 anos incompletos, na forma das instruções internas (sem cláusula).
- Vacina contra a gripe para todos os funcionários (sem cláusula)
Demais Propostas
- Redução da trava para remoção de escriturários, de 24 meses para 18 meses;
- Movimentação transitória para as ausências da gerência média nos casos de licença de saúde, a partir do 1º dia e até 90 dias, nas agências de qualquer nível com até 7 (sete) funcionários;
- Cláusula com compromisso do Banco em preencher o número de vagas de caixa executivo existentes na data de assinatura do ACT, priorizando os funcionários que já estejam substituindo há mais de 90 dias e desde que haja interesse pelo funcionário;
- Elevação da pontuação do mérito para os caixas, de 0,5 ponto para 1 ponto por dia de exercício, retroativo a 2006, com pagamento a partir de 1.9.2013;
- Cláusula com compromisso do Banco em normatizar internamente a proibição do envio, pelos gestores, de mensagens de texto (SMS) que tratem de cobrança de metas em fins de semana, além da limitação do horário de envio durante a semana;
- Compromisso do Banco em normatizar internamente o treinamento dos gestores que não obtiverem desempenho suficiente no RADAR (sem clausular);
- Mediação de Conflitos: Compromisso do Banco de agregar a metodologia de ouvidoria existente à metodologia de mediação de conflitos, treinando todos os gerentes de Gepes, analistas que atuam na Ouvidoria e Administradores (sem clausular);
- Compromisso de considerar somente os 20 primeiros do TAO para os processos seletivos e nomeações nas Unidades do Banco (sem clausular);
- Seleção para gestores, na rede de agências, pelo Programa de Ascensão Profissional, com pré-requisito de não ter demanda de Ouvidoria procedente nos últimos 12 meses, consideradas também as denúncias encaminhadas via "protocolo de prevenção de conflitos"; (sem clausular)
- Mesa Temática sobre Cassi e Previ com início previsto para 30 dias após a data de assinatura do ACT;
- 3.000 contratações de funcionários até 31.08.2014;
- O banco se compromete a efetuar ajustes nos percentuais do Adicional de Função de Confiança - AFC e do Adicional de Função Gratificada - AFG em relação aos Valores de Referencia - VR das Respectivas Funções, a partir de 01.09.2016, conforme os termos desta Cláusula.
Parágrafo Primeiro - Em 01.09.2016, o percentual do Adicional de Função de Confiança - AFC em relação ao Valor de Referencia - VR da respectiva Função de Confiança - FC, passará a ser 43,75%.
Parágrafo Segundo - A partir do mês de setembro de 2016 e a cada 3 (três) anos, o percentual do Adicional de Função Gratificada - AFG em relação ao Valor de Referencia - VR da respectiva Função Gratificada - FG, passará a ser:
I- Em 01.09.2016 - 18,75%
II - Em 01.09.2019 - 25,00%
III- Em 01.09.2022 - 31,25%; e
IV- Em 01.09.2025 - 37,50%. (sem clausular)
- Renovação do Acordo Coletivo (acordo marco) sobre CCV por 2 anos, sem cláusula de suspensão de ações judiciais por 180 dias.
- Prorrogação por mais seis meses da possibilidade de realização de horas extras para os funcionários que aderiram a funções gratificadas, na forma prevista no plano de funções;
- Reclassificação das faltas de greve realizadas no primeiro semestre de 2013, por conta do plano de função;
- Realização de mesa temática sobre CABB.
- Participação nos Lucros e Resultados: o modelo de distribuição da PLR terá a mesma estrutura do exercício anterior. O aumento no montante do programa será distribuído para todas as faixas salariais (47% a mais):
Escriturários recebem R$ 5.837,15 e caixas executivos R$ 6.236,38
Parcela variável do Módulo BB (vinculado ao resultado): a tabela de salários paradigma será aumentada na mesma proporção de 47% a mais.
Veja alguns grupos: Comissionados FG e FC (plenos) 2,07 salários paradigma, gerência média 2,15 salários paradigma, primeiros gestores 2,57 salários paradigma. (Todas as demais funções na tabela da parcela variável no BB também foram reajustadas pela mesma proporção, informou o banco).
Fonte: Contraf-CUT"
VAMOS MUDAR ESSE ROTEIRO DA CONTRAF-CUT! TODOS A ASSEMBLÉIA DE HOJE!

O Comando Nacional da CONTRAF/CUT está orientando a aceitação do mesmo acordo de ontem, com a diferença que agora, ao invés de compensação integral em 180 dias, deveríamos compensar no máximo uma hora extra diária, de segunda a sexta-feira, até 15 de dezembro.
NÃO ACEITAMOS ESSE ACORDO COSTURADO PELA CUT! Nenhum avanço nas questões específicas dos bancos públicos (isonomia, reposição das perdas, etc.), nada em relação ao fim das metas nem estabilidade de emprego para os bancos privados.
Também não aceitamos repor os dias de greve. Quem empurrou os bancários para a greve foram os banqueiros e o Governo Dilma, que se recusaram a atender nossas reivindicações, após meses de negociação. Que arquem com o prejuízo da greve!
O Movimento Nacional de Oposição Bancária (MNOB/CSP-Conlutas) orienta a REJEIÇÃO DESSA PROPOSTA e a continuidade da greve. A operação desmonte CONSCIENTE da CONTRAF/CUT já começou, todos os seus sindicatos estão dividindo as assembléias, com locais separados para as discussões de privados, Banco do Brasil e Caixa.
Mas acreditamos na força da categoria e no espírito de luta que se acendeu desde junho. Hoje é dia de dar resposta aos banqueiros, ao Governo Dilma e aos sindicalistas da CUT!
ASSEMBLEIA GERAL HOJE, AS 18h30, NO GINÁSIO DE ESPORTES DO SINDICATO, NO AFLITOS, SALVADOR.
Veja a proposta da Fenaban:
Reajuste: 8,0% (1,82% de aumento real).
Pisos: Reajuste de 8,5% (ganho real de 2,29%).
- Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.148,97.
- Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.648,12.
- Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.229,05 (que inclui R$ 394,42 de gratificação de caixa e R$ 186,51 de outras verbas de caixa).
PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.087,49. Se o total apurado ficar abaixo de 5% do lucro líquido, será utilizado multiplicador até atingir esse percentual ou 2,2 salários (o que ocorrer primeiro), limitado a R$ 19.825,86.
PLR parcela adicional: aumento de 2% para 2,2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste).
Antecipação da PLR até 10 dias após assinatura da Convenção Coletiva: na regra básica, 54% do salário mais fixo de R$ 1.016,40, limitado a R$ 5.452,49. Da parcela adicional, 2,2% do lucro do primeiro semestre, limitado a R$ 1.694,00. O pagamento do restante será feito até 3 de março de 2014.
Auxílio-refeição: de R$ 21,46 para R$ 23,18 por dia.
Cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.
13ª cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.
Auxílio-creche/babá: de R$ 306,21 para R$ 330,71 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 282,91(para filhos até 83 meses).
Requalificação profissional: de R$ 1.047,11 para R$ 1.130,88.
Adiantamento emergencial: Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.
Gestores ficam proibidos de enviar torpedos aos celulares particulares dos bancários cobrando cumprimento de resultados.
Abono-assiduidade (novidade): 1 dia de folga remunerada por ano.
Vale-cultura (novidade): R$ 50,00 mensais para quem ganha até 5 salários mínimos, conforme Lei 12.761/2012.
Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.
Adoecimento de bancários - Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.
Compromissos
Inovações tecnológicas - Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.
Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Reunião específica para discutir aprimoramento do processo.
Discutir um novo modelo de PLR antes da campanha nacional de 2014.
Pisos: Reajuste de 8,5% (ganho real de 2,29%).
- Piso de portaria após 90 dias: R$ 1.148,97.
- Piso de escriturário após 90 dias: R$ 1.648,12.
- Piso de caixa após 90 dias: R$ 2.229,05 (que inclui R$ 394,42 de gratificação de caixa e R$ 186,51 de outras verbas de caixa).
PLR regra básica: 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.694,00 (reajuste de 10%), limitado a R$ 9.087,49. Se o total apurado ficar abaixo de 5% do lucro líquido, será utilizado multiplicador até atingir esse percentual ou 2,2 salários (o que ocorrer primeiro), limitado a R$ 19.825,86.
PLR parcela adicional: aumento de 2% para 2,2% do lucro líquido distribuídos linearmente, limitado a R$ 3.388,00 (10% de reajuste).
Antecipação da PLR até 10 dias após assinatura da Convenção Coletiva: na regra básica, 54% do salário mais fixo de R$ 1.016,40, limitado a R$ 5.452,49. Da parcela adicional, 2,2% do lucro do primeiro semestre, limitado a R$ 1.694,00. O pagamento do restante será feito até 3 de março de 2014.
Auxílio-refeição: de R$ 21,46 para R$ 23,18 por dia.
Cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.
13ª cesta-alimentação: de R$ 367,92 para R$ 397,36.
Auxílio-creche/babá: de R$ 306,21 para R$ 330,71 (para filhos até 71 meses). E de R$ 261,95 para R$ 282,91(para filhos até 83 meses).
Requalificação profissional: de R$ 1.047,11 para R$ 1.130,88.
Adiantamento emergencial: Não devolução do adiantamento emergencial de salário para os afastados que recebem alta do INSS e são considerados inaptos pelo médico do trabalho em caso de recurso administrativo não aceito pelo INSS.
Gestores ficam proibidos de enviar torpedos aos celulares particulares dos bancários cobrando cumprimento de resultados.
Abono-assiduidade (novidade): 1 dia de folga remunerada por ano.
Vale-cultura (novidade): R$ 50,00 mensais para quem ganha até 5 salários mínimos, conforme Lei 12.761/2012.
Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Redução do prazo de 60 para 45 dias para resposta dos bancos às denúncias encaminhadas pelos sindicatos, além de reunião específica com a Fenaban para discutir aprimoramento do programa.
Adoecimento de bancários - Constituição de grupo de trabalho, com nível político e técnico, para analisar as causas dos afastamentos.
Compromissos
Inovações tecnológicas - Realização, em data a ser definida, de um Seminário sobre Tendências da Tecnologia no Cenário Bancário Mundial.
Prevenção de conflitos no ambiente de trabalho - Reunião específica para discutir aprimoramento do processo.
Discutir um novo modelo de PLR antes da campanha nacional de 2014.
sábado, 5 de outubro de 2013
REJEITAR A PROPOSTA DA FENABAN E FORTALECER A GREVE
FENABAN
AUMENTA SUA PROPOSTA EM APENAS 1%!
O
CAMINHO PARA AVANÇARMOS DE VERDADE É FORTALECER A GREVE!
A Fenaban, depois de 16 dias de greve dos bancários,
aumentou sua proposta de reajuste em apenas 1%. O reajuste seria de 7,1% sobre
o salário e demais verbas e de 7,5% para quem recebe o piso da categoria. Essa
proposta não reflete os lucros recordes acumulados nos últimos anos, produzido
por nós, bancários, nem atende as nossas necessidades.
Esse reajuste não reflete, de maneira alguma, o aumento do
preço dos alimentos. Há muito tempo que a cesta alimentação foi consumida pela
inflação dos alimentos e não cobre mais nossos gastos mensais no mercado.
Vamos, dessa forma, continuar acumulando perdas.
O comando nacional, da Contraf/CUT, está
orientando a categoria a rejeitar a proposta e manter a greve.
DEVEMOS REJEITAR ESSA PROPOSTA E
FORTALECER A GREVE A PARTIR DAQUI!
Aqueles/as bancários/as que ainda não
aderiram à greve, devem aderir!
Aqueles/as que já aderiram, mas ainda não
estão participando das atividades da greve, devem participar!
Devemos comparecer às assembleias, para
discutir formas de fortalecer a greve e pressionar os bancos.
Queremos um reajuste compatível com os
lucros que produzimos!
Queremos o piso do DIEESE, o fim das
metas e do assédio moral e o fim das demissões!
Além disso, não podemos fechar a campanha
salarial sem as negociações específicas dos bancos públicos avançarem. Devemos
pressionar o governo para marcar negociações nestes bancos já, sem esperar nova
proposta da Fenaban.
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