O Departamento Jurídico do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região/Conlutas ingressou com ação contra a Caixa Federal para que seja regularizado o cálculo do terço constitucional de férias. A ação, com pedido de antecipação de tutela, está na Vara do Trabalho de Bauru, e representa todos os empregados da Caixa da base territorial do Sindicato.
A Caixa está agindo ilegalmente ao efetuar o pagamento do terço constitucional de férias aos bancários que convertem 10 dias de férias em abono, gerando prejuízos aos empregados, ao utilizar um cálculo que não tem fundamento legal nem constitucional. Conforme a Constituição Federal, é direito do trabalhador o "gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal".
Porém, a Caixa não procede dessa maneira. Para exemplificar: um holerite de férias de um bancário em julho de 2009, no valor de R$ 3.978,96 de remuneração, ao invés de receber 1/3 constitucional no valor de R$ 1.326,32, recebeu somente R$ 883,64.
Segundo a ação, o próprio Simulador de Férias contido no sistema informatizado da Caixa mostra a existência do critério errôneo do cálculo ao disponibilizar para o trabalhador as opções de 20 e 30 dias de gozo de férias, com evidente prejuízo financeiro.
Por fim, a ação pede a imediata regularização no método de cálculo do terço constitucional de férias, passando a utilizar a base de 30 dias de remuneração, independentemente da opção do bancário converter parte de suas férias em abono pecuniário; pagamento das diferenças dos valores do 1/3 constitucional de férias gozadas ou que vencerão; além da cobrança de juros e correção monetária nas diferenças anteriores, com respectivos recolhimentos previdenciários e do FGTS.
Na Trincheira 175
terça-feira, 17 de maio de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
1º de Maio relembra luta de trabalhadores e mostra resistência aos planos do governo Dilma
Neste 1º de Maio, como é tradicional, vamos relembrar a luta dos operários de Chicago (EUA), em 1886, que morreram para defender a jornada de 8 horas diárias.
Em 1891, em Paris, na França, os trabalhadores socialistas dos países industrializados da época, reunidos no congresso da Segunda Internacional Socialista, consagraram o 1º de Maio como o dia da luta pelas 8 horas de trabalho. Naquele tempo os operários trabalhavam 12, 15 e até 18 horas por dia. Não havia descanso semanal nem férias. Para o mundo do trabalho não existiam leis.
Neste 1º de Maio também teremos um motivo especial, é o primeiro ano do governo de Dilma, que pretende jogar por água abaixo leis trabalhistas e previdenciárias.
Com quatro meses de governo, Dilma Rousseff já mostrou a que veio. Tanto nos episódios do reajuste dos salários dos parlamentares, no arrocho ao salário mínimo, no corte de 50 bilhões no orçamento, na forma de ajuste da tabela do Imposto de Renda e no ataque aos movimentos sociais, a partir da presença no Brasil de Barack Obama, Dilma vem construindo um perfil de governo.
Já há ameaças como o aumento da idade mínima para aposentadoria, redução da contribuição da patronal para o INSS, reforma tributária, reforma política, aumento da taxa Selic, aumentando desta forma mais 1 bilhão nas dívidas interna e externa e uma série de outros ataques aos trabalhadores e seus direitos.
Dilma deve seguir a mesma política dos governos Lula e FHC de reformas neoliberais, privatizações e manterá a mesma relação privilegiada com os bancos e grandes empresas. Por isso, é necessário repudiá-la.
Vamos às ruas no 1º de Maio com nossas faixas, bandeiras, palavras de ordem. Há atividades em diversas cidades. Informe-se da atividade na sua cidade. Participe. Fortaleça a luta internacional dos trabalhadores!
- Redução e congelamento dos preços;
- Aumento geral dos salários e das aposentadorias;
- Direitos sociais e trabalhistas;
- Melhores condições de trabalho;
- Valorização dos serviços e dos servidores públicos;
- Transporte público, de qualidade e não aumento das tarifas;
- Moradia digna para os trabalhadores;
- Não ao pagamento da dívida pública.
Dia de mobilização na Bahia denuncia os ataques promovidos pelo governo Dilma
O dia 28 de abril na Bahia foi marcado por várias manifestações em todo o Estado. Logo cedo, debaixo de muita chuva, a CSP-Conlutas e o MOM (oposição metalúrgica) esteviveram presentes no Complexo Ford de Camaçari realizando um ato com faixas e panfletos denunciando os ataques promovidos pelo governo Dilma nestes primeiros dias de seu mandato. Além disso, o ato denunciou a nova onda de demissões orquestrada pela empresa.
Até o ultimo dia 25/04 mais de 70 trabalhadores foram demitidos em todo complexo e até então nem o sindicato, dirigido pela CTB, nem o governo do Estado, Jaques Wagner/PT, se pronunciaram em favor dos trabalhadores.
Ainda pela manhã houve uma manifestação dos servidores públicos municipais de Alagoinhas, na porta da prefeitura. Os servidores do município juntamente com os trabalhadores das empresas terceirizadas paralisação suas atividades neste dia nacional de luta.
À tarde foi à vez das ruas de Salvador serem tomadas por estudantes, professores das universidades estaduais e servidores federais de várias categorias no Estado, que carregavam muitas faixas, bandeiras, bonecos e panfletos. Nem a chuva forte tirou o ânimo dos manifestantes que não paravam de gritar palavras de ordem contra o governo e em defesa dos seus direitos. O ato público contou com a presença de mais de 400 manifestantes e teve como tema central a luta dos professores da rede estadual de ensino superior.
Os professores das quatro Universidades estaduais (UNEB, UEFS,UESC, e UESB) em greve desde o início do mês de abril reivindicavam além de um aumento real de seus salários a revogação imediata do decreto nº 12583/11 que reduz em 30% o orçamento público do Estado para o ensino superior.
O ato foi encerrado na Praça Castro Alves com falas das entidades presentes e dos partidos políticos que apoiavam a manifestação.
Pela tarde houve atos dos servidores municipais em Esplanada, que paralisaram as atividades por 24 h e dos professores municipais de Lauro de Freitas também com atividades paralisadas.
O 28 de abril também foi marcado por panfletagem nas bases de oposições sindicais que constroem a CSP-CONLUTAS na Bahia. MNOB-BA distribuiu panfleto da oposição e da CSP-CONLUTAS em agências.
Secretaria Executiva CSP Conlutas Bahia
Até o ultimo dia 25/04 mais de 70 trabalhadores foram demitidos em todo complexo e até então nem o sindicato, dirigido pela CTB, nem o governo do Estado, Jaques Wagner/PT, se pronunciaram em favor dos trabalhadores.
Ainda pela manhã houve uma manifestação dos servidores públicos municipais de Alagoinhas, na porta da prefeitura. Os servidores do município juntamente com os trabalhadores das empresas terceirizadas paralisação suas atividades neste dia nacional de luta.
À tarde foi à vez das ruas de Salvador serem tomadas por estudantes, professores das universidades estaduais e servidores federais de várias categorias no Estado, que carregavam muitas faixas, bandeiras, bonecos e panfletos. Nem a chuva forte tirou o ânimo dos manifestantes que não paravam de gritar palavras de ordem contra o governo e em defesa dos seus direitos. O ato público contou com a presença de mais de 400 manifestantes e teve como tema central a luta dos professores da rede estadual de ensino superior.
Os professores das quatro Universidades estaduais (UNEB, UEFS,UESC, e UESB) em greve desde o início do mês de abril reivindicavam além de um aumento real de seus salários a revogação imediata do decreto nº 12583/11 que reduz em 30% o orçamento público do Estado para o ensino superior.
O ato foi encerrado na Praça Castro Alves com falas das entidades presentes e dos partidos políticos que apoiavam a manifestação.
Pela tarde houve atos dos servidores municipais em Esplanada, que paralisaram as atividades por 24 h e dos professores municipais de Lauro de Freitas também com atividades paralisadas.
O 28 de abril também foi marcado por panfletagem nas bases de oposições sindicais que constroem a CSP-CONLUTAS na Bahia. MNOB-BA distribuiu panfleto da oposição e da CSP-CONLUTAS em agências.
Secretaria Executiva CSP Conlutas Bahia
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Funcionários do Banco do Brasil fazem Greve no Japão
Greve é contra demissões imotivadas, remoções e descomissionamentos arbitrários
domingo, 24 de abril de 2011
28 de Abril. Dia Nacional de Lutas!
Ataques do novo governo
Dilma acaba de completar três meses de governo, mas, apesar do pouco tempo, já ficou clara sua política de ataques aos trabalhadores e à maioria do povo. Foi assim com o aumento absurdo no salário dos políticos do Congresso, principalmente em comparação com o reajuste abaixo da inflação para o salário mínimo, com o aumento dos juros e as medidas contrárias aos direitos do funcionalismo público federal, especialmente a proposta de congelamento dos salários dos servidores.
A presidente realizou ainda o maior corte da história no orçamento da União, no total de R$ 50 bilhões, atingindo principalmente as verbas nas áreas sociais, como saúde, educação e programas sociais.
Mais reformas neoliberais
Neste momento, estão em discussão no governo as propostas de reforma tributária e da nova reforma da Previdência. A grande imprensa vem divulgando, a partir de declarações de ministros e fontes ligadas ao próprio governo, as possíveis medidas que serão adotadas.
Está sendo cogitada uma reforma tributária que, entre outras iniciativas, reduziria a contribuição patronal no financiamento da Previdência Social, e uma nova reforma da previdência que criaria a idade mínima para se aposentar por tempo de contribuição.
Em vez de simplesmente acabar com o famigerado fator previdenciário, o governo Dilma, com apoio e conivência das centrais sindicais governistas, está propondo substituí-lo pelo chamado fator 85/95, que condenaria os trabalhadores a ter direito à aposentadoria integral somente quando a idade somada ao tempo de contribuição atingisse 85 anos, no caso das mulheres, e 95, no caso dos homens.
Unificar as lutas
Portanto, não faltam motivos para sairmos à luta. O objetivo da CSP-Conlutas é unificar, num mesmo dia de luta, todas as mobilizações das campanhas salariais com as mobilizações do movimento popular e estudantil. Precisamos organizar um amplo movimento nacional que derrote os ataques dos patrões, do governo Dilma, dos governos estaduais e das prefeituras, e que consiga nossas reivindicações.
Após o dia 28 de abril, a CSP-Conlutas estará com outras entidades, movimentos e organizações políticas, em todo o país, na construção de atos classistas, de luta e socialistas no dia 1º de maio, Dia Internacional dos Trabalhadores.
28 de Abril é Dia Internacional em Memória às Vítimas de Acidente de Trabalho
Neste dia 28 de abril, a CSP-Conlutas vai às ruas e locais de trabalho lembrar o Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças do Trabalho. Vamos levantar a bandeira por melhores condições de trabalho.
No Brasil, por ano, são registrados cerca de 3.000 mortes por acidente de trabalho, o que corresponde a uma morte a cada três horas. O número de acidentes também são impressionantes. O Anuário Estatístico da Previdência Social no ano de 2004 registrou 465.700 acidentes de trabalho no país. De lá pra cá, o número só vem crescendo. Foram 499.680 acidentes, em 2005; 503.890, em 2006; 659.523 casos, em 2007; 755.980, em 2008; e em 2009 (última publicação), foram registrados 723.452 casos.
Um reflexo dessa situação foi a revolta recente dos operários da construção civil que estão trabalhando nas obras do PAC (Plano de Aceleração de Crescimento).
Não vamos permitir este absoluto descaso com a vida dos trabalhores. É crime!
No Brasil, por ano, são registrados cerca de 3.000 mortes por acidente de trabalho, o que corresponde a uma morte a cada três horas. O número de acidentes também são impressionantes. O Anuário Estatístico da Previdência Social no ano de 2004 registrou 465.700 acidentes de trabalho no país. De lá pra cá, o número só vem crescendo. Foram 499.680 acidentes, em 2005; 503.890, em 2006; 659.523 casos, em 2007; 755.980, em 2008; e em 2009 (última publicação), foram registrados 723.452 casos.
Um reflexo dessa situação foi a revolta recente dos operários da construção civil que estão trabalhando nas obras do PAC (Plano de Aceleração de Crescimento).
Não vamos permitir este absoluto descaso com a vida dos trabalhores. É crime!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Proposta do BB é insuficiente. É possível conquistar mais!
A proposta divulgada nesta segunda-feira está longe de atender às reivindicações dos bancários do BB e muito aquém das possibilidades de uma das maiores instituições financeiras do mundo. Chega a ser inferior à proposta apresentada pela FENABAN, como no item que trata da valorização do piso salarial.
- O índice de 7,5% é menor do que os conquistados por categorias como metalúrgicos e petroleiros, 10,8% e 9%, respectivamente, além de abonos;
- A proposta de aumento de 13% no piso é inferior ao índice de 16% aplicado pela FENABAN. Caso fosse aplicado o percentual da FENABAN, o piso de ingresso seria R$ 1.642,56, e não R$ 1.600,00, como propõe o BB. Esta diferença chegaria, em um ano, a R$ 553,28;
- Não cumpre sequer o compromisso do acordo anterior - um novo PCCS. O PCR não tem definições claras e estimula ainda mais a dependência das comissões, além de não elevar o atual interstício (3%) de promoção horizontal por tempo de serviço;
- Estabelece a possibilidade de utilização da GDP como instrumento para descomissionamentos;
- Além de não resolver os principais problemas dos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa, ainda propõe a entrega de um direito, a Gratificação Variável, em troca de uma indenização;
CONTRAF/CUT se alia ao BB para novamente trair nossa greve!
A Contraf/CUT, como tem feito em todas as campanhas, no momento em que conseguimos sentar para discutir nossas questões específicas, defende o recuo da greve e o acordo "histórico". Histórico é o lucro do Banco. Não temos aumento real porque continuamos acumulando perdas desde o plano Real.
A força de nossa greve, que é a maior desde 2004, e a proximidade do segundo turno das eleições nos abre a possibilidade de conquistar muito mais, avançando em temas fundamentais de nossa pauta específica.
Oposição Bancária (MNOB / CSP-Conlutas) defende a apresentação de uma contraproposta ao BB
Apresentamos abaixo propostas que consideramos essenciais para garantirmos um acordo vitorioso.
1) Piso de ingresso de R$ 1.647,23, através da aplicação do mesmo índice apresentado pela Fenaban (16,33%) sobre o valor atual;
2) Defendemos que seja aplicado 12% sobre todas as verbas e benefícios
3) Apresentação dos critérios a serem adotados no PCR (promoção por mérito). Não podemos dar um cheque em branco à empresa que já nos enrolou em vários itens de acordo, como o plano odontológico;
4) Abono dos dias de greve. A compensação dos dias de greve, nos mesmos moldes do ano passado, tem o objetivo de jogar as pessoas contra a greve, enfraquecendo a nossa luta a cada ano. Medida adotada por este governo, de um ex-sindicalista, que se construiu fazendo greves. Não podemos aceitar punições aos que lutaram para garantir direitos para todos;
5) Retorno do anuênio (1%) para todos os funcionários, a exemplo do acordo do BRB;
6) Licença-prêmio para todos: 18 dias, podendo ser convertida em espécie, o que significaria um ganho salarial de 5%, não incidindo qualquer tipo de imposto ou encargo trabalhista;
7) Jornada de 6 horas para todos, sem redução de salários, conforme previsto em lei e reconhecido pela própria Justiça do Trabalho, com a incorporação dos 15 minutos à jornada, como no acordo do BRB;
8) Fim da lateralidade / retorno das substituições para todas as comissões;
9) Incorporação das comissões ao salário, como no acordo do BRB;
10) Retorno dos interstícios de promoção horizontal vigentes até o PCCS de 1995 (12 e 16%);
11) Comitê de ética com composição paritária ( entre eleitos e indicados pela empresa) e canal direto com os denunciantes;
12) Fim da trava de dois anos;
13) Para os funcionários oriundos do BNC, manutenção do Economus, com a possibilidade de utilização da CASSI e manutenção da Gratificação Variável enquanto não haja a extensão da Licença Prêmio para todos.
14) Contratar de forma imediata, chamando dos concursos novos funcionários para resolver o caos que vive as agencias.
Consideramos que a greve por nossas questões específicas, depois da enrolação da mesa da Fenaban, pode empolgar o conjunto do funcionalismo . Necessitaremos, entretanto que os grevistas saiam às ruas e se incorporem aos piquetes e mobilizações. Necessitaremos acabar com os sites de contingência. A greve terá que ser de todos - comissionados ou não.
MNOB-CSP CONLUTAS
- O índice de 7,5% é menor do que os conquistados por categorias como metalúrgicos e petroleiros, 10,8% e 9%, respectivamente, além de abonos;
- A proposta de aumento de 13% no piso é inferior ao índice de 16% aplicado pela FENABAN. Caso fosse aplicado o percentual da FENABAN, o piso de ingresso seria R$ 1.642,56, e não R$ 1.600,00, como propõe o BB. Esta diferença chegaria, em um ano, a R$ 553,28;
- Não cumpre sequer o compromisso do acordo anterior - um novo PCCS. O PCR não tem definições claras e estimula ainda mais a dependência das comissões, além de não elevar o atual interstício (3%) de promoção horizontal por tempo de serviço;
- Estabelece a possibilidade de utilização da GDP como instrumento para descomissionamentos;
- Além de não resolver os principais problemas dos funcionários oriundos do Banco Nossa Caixa, ainda propõe a entrega de um direito, a Gratificação Variável, em troca de uma indenização;
CONTRAF/CUT se alia ao BB para novamente trair nossa greve!
A Contraf/CUT, como tem feito em todas as campanhas, no momento em que conseguimos sentar para discutir nossas questões específicas, defende o recuo da greve e o acordo "histórico". Histórico é o lucro do Banco. Não temos aumento real porque continuamos acumulando perdas desde o plano Real.
A força de nossa greve, que é a maior desde 2004, e a proximidade do segundo turno das eleições nos abre a possibilidade de conquistar muito mais, avançando em temas fundamentais de nossa pauta específica.
Oposição Bancária (MNOB / CSP-Conlutas) defende a apresentação de uma contraproposta ao BB
Apresentamos abaixo propostas que consideramos essenciais para garantirmos um acordo vitorioso.
1) Piso de ingresso de R$ 1.647,23, através da aplicação do mesmo índice apresentado pela Fenaban (16,33%) sobre o valor atual;
2) Defendemos que seja aplicado 12% sobre todas as verbas e benefícios
3) Apresentação dos critérios a serem adotados no PCR (promoção por mérito). Não podemos dar um cheque em branco à empresa que já nos enrolou em vários itens de acordo, como o plano odontológico;
4) Abono dos dias de greve. A compensação dos dias de greve, nos mesmos moldes do ano passado, tem o objetivo de jogar as pessoas contra a greve, enfraquecendo a nossa luta a cada ano. Medida adotada por este governo, de um ex-sindicalista, que se construiu fazendo greves. Não podemos aceitar punições aos que lutaram para garantir direitos para todos;
5) Retorno do anuênio (1%) para todos os funcionários, a exemplo do acordo do BRB;
6) Licença-prêmio para todos: 18 dias, podendo ser convertida em espécie, o que significaria um ganho salarial de 5%, não incidindo qualquer tipo de imposto ou encargo trabalhista;
7) Jornada de 6 horas para todos, sem redução de salários, conforme previsto em lei e reconhecido pela própria Justiça do Trabalho, com a incorporação dos 15 minutos à jornada, como no acordo do BRB;
8) Fim da lateralidade / retorno das substituições para todas as comissões;
9) Incorporação das comissões ao salário, como no acordo do BRB;
10) Retorno dos interstícios de promoção horizontal vigentes até o PCCS de 1995 (12 e 16%);
11) Comitê de ética com composição paritária ( entre eleitos e indicados pela empresa) e canal direto com os denunciantes;
12) Fim da trava de dois anos;
13) Para os funcionários oriundos do BNC, manutenção do Economus, com a possibilidade de utilização da CASSI e manutenção da Gratificação Variável enquanto não haja a extensão da Licença Prêmio para todos.
14) Contratar de forma imediata, chamando dos concursos novos funcionários para resolver o caos que vive as agencias.
Consideramos que a greve por nossas questões específicas, depois da enrolação da mesa da Fenaban, pode empolgar o conjunto do funcionalismo . Necessitaremos, entretanto que os grevistas saiam às ruas e se incorporem aos piquetes e mobilizações. Necessitaremos acabar com os sites de contingência. A greve terá que ser de todos - comissionados ou não.
MNOB-CSP CONLUTAS
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Quadro da Greve: Dia 04/10/2010, segunda-feira
CAMPANHA SALARIAL 2010: Quadro da Greve dos Bancários
Seg, 04 de Outubro de 2010 11:35
Confira as bases sindicais que já decidiram em assembleia pela greve por tempo indeterminado:
ABC Paulista (SP)
Acre
Alagoas
Alegrete (RS)
Alta Cruz (RS)
Anápolis (GO)
Amazonas
Andradina (SP)
Angra dos Reis (RJ)
Araçatuba (SP)
Araguari (MG)
Araraquara (SP)
Bagé (RS)
Bahia
Baixada Fluminense (RJ)
Balneário Camboriú (SC)
Barbacena (MG)
Bauru (SP)
Belo Horizonte (MG)
Bento Gonçalves (RS)
Blumenau (SC)
Bragança Paulista (SP)
Brasília (DF)
Cajazeiras (PB)
Camaquã (RS)
Campina Grande (PB)
Campinas (SP)
Campo Grande (MS)
Campo Mourão (PR)
Cachoeira do Sul (RS)
Carazinho (RS)
Cariri (CE)
Caruaru (PE)
Cascavel (PR)
Catalão (GO)
Caxias do Sul (RS)
Cornélio Procópio (PR)
Corumbá (SP)
Ceará
Cruz Alta (RS)
Curitiba (PR)
Curvelo (MG)
Dourados (MS)
Erechim (RS)
Espírito Santo
Franca (SP)
Florianópolis (SC)
Foz do Iguaçu (PR)
Goiana (PE)
Goiás
Guaporé (RS)
Guarapuava (PR)
Guaratinguetá (SP)
Garanhuns (PE)
Governador Valadares (MG)
Horizontina (RS)
Ijuí (RS)
Imbituba (SC)
Irecê (BA)
Itabuna (BA)
Itajaí (SC)
Ituiutaba (MG)
Jahu (SP)
Jataí (GO)
Joaçaba (SC)
Joinville (SC)
Jundiaí (SP)
Juiz de Fora (MG)
Lageado (RS)
Lages (SC)
Laguna (SC)
Limeira (SP)
Litoral Norte (RS)
Londrina (PR)
Manhuaçu (MG)
Maranhão
Marília (SP)
Maringá (PR)
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Mogi das Cruzes (SP)
Montes Claros (MG)
Mossoró (RN)
Natal (RN)
Muriaé (MG)
Naviraí (MS)
Niterói (RJ)
Nova Friburgo (RJ)
Novo Hamburgo (RS)
Palmares (PE)
Patos (PB)
Pará e Amapá
Paraíba
Paranavaí (PR)
Passo Fundo (RS)
Pelotas (RS)
Petrolina (PE)
Petrópolis (RJ)
Piauí
Piracicaba (SP)
Pelotas (RS)
Pernambuco
Ponta Grossa (PR)
Ponta Porã (MS)
Porto Alegre (RS)
Ribeirão Preto (SP)
Rio de Janeiro (RJ)
Rio Claro (SP)
Rio Grande (RS)
Rio Grande do Norte
Rio Pardo (RS)
Rio Verde (GO)
Rondônia
Rondonópolis (MT)
Roraima
Rosário do Sul (RS)
Santa Cruz do Sul (RS)
Santa Maria (RS)
Santa Rosa (RS)
Santana do Livramento (RS)
São José do Rio Preto (SP)
São Bento do Una (PE)
São Borja (RS)
São Gabriel (RS)
São José dos Campos (SP)
São Leopoldo (RS)
São Luiz Gonzaga (RS)
São Paulo (SP)
Santiago (RS)
Santo Ângelo (RS)
Santos (SP)
Sergipe
Sobral (CE)
Soledade (RS)
Sorocaba (SP)
Sousa (PB)
Sul Fluminense (RJ)
Teresópolis (RJ)
Tocantins
Toledo (PR)
Três Lagoas (MS)
Três Rios (RJ)
Tubarão (SC)
Tupã (SP)
Umuarama (PR)
Uberlândia(MG)
Uruguaiana (RS)
Vacaria (RS)
Vale do Caí (RS)
Vale do Paranhana (RS)
Vitória da Conquista (BA)
Seg, 04 de Outubro de 2010 11:35
Confira as bases sindicais que já decidiram em assembleia pela greve por tempo indeterminado:
ABC Paulista (SP)
Acre
Alagoas
Alegrete (RS)
Alta Cruz (RS)
Anápolis (GO)
Amazonas
Andradina (SP)
Angra dos Reis (RJ)
Araçatuba (SP)
Araguari (MG)
Araraquara (SP)
Bagé (RS)
Bahia
Baixada Fluminense (RJ)
Balneário Camboriú (SC)
Barbacena (MG)
Bauru (SP)
Belo Horizonte (MG)
Bento Gonçalves (RS)
Blumenau (SC)
Bragança Paulista (SP)
Brasília (DF)
Cajazeiras (PB)
Camaquã (RS)
Campina Grande (PB)
Campinas (SP)
Campo Grande (MS)
Campo Mourão (PR)
Cachoeira do Sul (RS)
Carazinho (RS)
Cariri (CE)
Caruaru (PE)
Cascavel (PR)
Catalão (GO)
Caxias do Sul (RS)
Cornélio Procópio (PR)
Corumbá (SP)
Ceará
Cruz Alta (RS)
Curitiba (PR)
Curvelo (MG)
Dourados (MS)
Erechim (RS)
Espírito Santo
Franca (SP)
Florianópolis (SC)
Foz do Iguaçu (PR)
Goiana (PE)
Goiás
Guaporé (RS)
Guarapuava (PR)
Guaratinguetá (SP)
Garanhuns (PE)
Governador Valadares (MG)
Horizontina (RS)
Ijuí (RS)
Imbituba (SC)
Irecê (BA)
Itabuna (BA)
Itajaí (SC)
Ituiutaba (MG)
Jahu (SP)
Jataí (GO)
Joaçaba (SC)
Joinville (SC)
Jundiaí (SP)
Juiz de Fora (MG)
Lageado (RS)
Lages (SC)
Laguna (SC)
Limeira (SP)
Litoral Norte (RS)
Londrina (PR)
Manhuaçu (MG)
Maranhão
Marília (SP)
Maringá (PR)
Mato Grosso
Mato Grosso do Sul
Mogi das Cruzes (SP)
Montes Claros (MG)
Mossoró (RN)
Natal (RN)
Muriaé (MG)
Naviraí (MS)
Niterói (RJ)
Nova Friburgo (RJ)
Novo Hamburgo (RS)
Palmares (PE)
Patos (PB)
Pará e Amapá
Paraíba
Paranavaí (PR)
Passo Fundo (RS)
Pelotas (RS)
Petrolina (PE)
Petrópolis (RJ)
Piauí
Piracicaba (SP)
Pelotas (RS)
Pernambuco
Ponta Grossa (PR)
Ponta Porã (MS)
Porto Alegre (RS)
Ribeirão Preto (SP)
Rio de Janeiro (RJ)
Rio Claro (SP)
Rio Grande (RS)
Rio Grande do Norte
Rio Pardo (RS)
Rio Verde (GO)
Rondônia
Rondonópolis (MT)
Roraima
Rosário do Sul (RS)
Santa Cruz do Sul (RS)
Santa Maria (RS)
Santa Rosa (RS)
Santana do Livramento (RS)
São José do Rio Preto (SP)
São Bento do Una (PE)
São Borja (RS)
São Gabriel (RS)
São José dos Campos (SP)
São Leopoldo (RS)
São Luiz Gonzaga (RS)
São Paulo (SP)
Santiago (RS)
Santo Ângelo (RS)
Santos (SP)
Sergipe
Sobral (CE)
Soledade (RS)
Sorocaba (SP)
Sousa (PB)
Sul Fluminense (RJ)
Teresópolis (RJ)
Tocantins
Toledo (PR)
Três Lagoas (MS)
Três Rios (RJ)
Tubarão (SC)
Tupã (SP)
Umuarama (PR)
Uberlândia(MG)
Uruguaiana (RS)
Vacaria (RS)
Vale do Caí (RS)
Vale do Paranhana (RS)
Vitória da Conquista (BA)
Negociação no BRB mostra que é possível arrancar mais que os 11% pedidos pela Contraf-CUT. Fortaleça a greve, participe das assemblíeas e dos piquetes e vamos arrancar conquistas também no BB, na CEF e no BNB
Os bancários do Banco Regional de Brasília (BRB) arrancaram numa negociação específica reajuste salarial de 12%. O índice chega a ser superior ao que está sendo reivindicado pela Contraf-CUT para a categoria, que é de 11%.
Além disso, a proposta conquistada no BRB ainda abrange 20,9% sobre a gratificação de caixa, 7% para as funções gratificadas e para o Vale-refeição e reivindicações relacionadas à isonomia como o direito a 35 dias de férias para os oriundos de outras empresas incorporadas, a extensão do anuênio para os contratados a partir de 2000 e a garantia de emprego a todos os funcionários, previsto no regulamento pessoal.
De acordo com o membro da MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária), ligado à CSP-CONLUTAS, Wilson Ribeiro, o que aconteceu no BRB é uma demonstração de que é possível conquistar mais nesta greve e a proposta defendida pela Contraf-CUT é realmente rebaixada. "Os banqueiros lucraram 420% durante o governo Lula e os bancários acumulam perdas salariais. Isto é escandaloso. É possível arrancar mais do que os 11% pedidos pela Contraf-CUT. Os bancos podem pagar mais. Por isso vamos fortalecer a nossa greve", defende Wilson.
Outro aspecto importante do desfecho dessa negociação para a greve da categoria é o fato de ter ocorrido por meio de negociação específica com o banco, o que também é defendido pelo MNOB, colocando em xeque a mesa única de negociacões, comandada pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
Para conseguirmos arrancar essas conquistas no BB, na CEF e no BNB, precisamos fortalecer a nossa greve participando das reuniões do comando, das assembléias e dos piquetes. Só assim poderemos conduzir os rumos da greve e pressionar o governo Lula para que atenda nossas reivindicações pela isonomia e reposição de perdas.
Além disso, a proposta conquistada no BRB ainda abrange 20,9% sobre a gratificação de caixa, 7% para as funções gratificadas e para o Vale-refeição e reivindicações relacionadas à isonomia como o direito a 35 dias de férias para os oriundos de outras empresas incorporadas, a extensão do anuênio para os contratados a partir de 2000 e a garantia de emprego a todos os funcionários, previsto no regulamento pessoal.
De acordo com o membro da MNOB (Movimento Nacional de Oposição Bancária), ligado à CSP-CONLUTAS, Wilson Ribeiro, o que aconteceu no BRB é uma demonstração de que é possível conquistar mais nesta greve e a proposta defendida pela Contraf-CUT é realmente rebaixada. "Os banqueiros lucraram 420% durante o governo Lula e os bancários acumulam perdas salariais. Isto é escandaloso. É possível arrancar mais do que os 11% pedidos pela Contraf-CUT. Os bancos podem pagar mais. Por isso vamos fortalecer a nossa greve", defende Wilson.
Outro aspecto importante do desfecho dessa negociação para a greve da categoria é o fato de ter ocorrido por meio de negociação específica com o banco, o que também é defendido pelo MNOB, colocando em xeque a mesa única de negociacões, comandada pela Fenaban (Federação Nacional dos Bancos).
Para conseguirmos arrancar essas conquistas no BB, na CEF e no BNB, precisamos fortalecer a nossa greve participando das reuniões do comando, das assembléias e dos piquetes. Só assim poderemos conduzir os rumos da greve e pressionar o governo Lula para que atenda nossas reivindicações pela isonomia e reposição de perdas.
PARTICIPE DA ASSEMBLÉIA, HOJE, ÀS 18H, NO GINÁSIO DE ESPORTES!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Deflagrada a GREVE
A categoria está em greve por tempo indeterminado a partir de quarta-feira (29/09). Os mais de 800 bancários presentes na assembléia de ontem, no Ginásio, foram unânimes na aprovação da paralisação. Esta é a única forma de pressionar os banqueiros a cederam na negociação e oferecerem um reajuste justo. Os bancários reivindicam 11% de reajuste salarial.
Para os trabalhadores, somente com a participação e a unidade da categoria podem fortalecer o movimento e o Sindicato na luta por conquistas.
Comando
Os bancários definiram ainda, durante a assembléia, a construção de um Comando de Mobilização com a participação dos diretores, delegados e demais funcionários. A intenção é avaliar, diariamente, o movimento e, se for o caso, definir novas estratégias. Quarta-feira (29/09), já tem encontro às 17h, no Ginásio de Esportes. O trabalhador que chegar mais cedo, poderá ainda assistir filmes que serão exibidos pelo Sindicato.
Para os trabalhadores, somente com a participação e a unidade da categoria podem fortalecer o movimento e o Sindicato na luta por conquistas.
Comando
Os bancários definiram ainda, durante a assembléia, a construção de um Comando de Mobilização com a participação dos diretores, delegados e demais funcionários. A intenção é avaliar, diariamente, o movimento e, se for o caso, definir novas estratégias. Quarta-feira (29/09), já tem encontro às 17h, no Ginásio de Esportes. O trabalhador que chegar mais cedo, poderá ainda assistir filmes que serão exibidos pelo Sindicato.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
BANQUEIROS E GOVERNO NÃO APRESENTAM PROPOSTAS: A RESPOSTA É GREVE! É HORA DE INTENSIFICAR A PRESSÃO SOBRE O SINDICATO PARA QUE CONVOQUE A ASSEMBLÉIA DA CATEGORIA!
Durante as últimas semanas, os banqueiros não têm feito outra coisa senão enrolar o Comando de Negociação composto pela Contraf/CUT e a CTB. O Governo Lula, por sua vez, não apresentou qualquer resposta positiva sobre nossas pautas específicas nas negociações com o BB e a CEF. Muito pelo contrário, no caso do BB, a única novidade foi a apresentação da data de implementação do projeto piloto que retira as portas detectoras de metais das agências. Um absurdo!
Como entender esse comportamento intransigente se as instituições financeiras apresentaram lucros astronômicos em seus últimos balanços de resultados? Infelizmente, os bancos e o governo sentem-se tranqüilos e confortáveis diante de um Comando de Negociação que não propõe para a categoria um indicativo claro de greve.
A proposta de Greve a partir do dia 22 ganha força na base da categoria a cada dia. A cada anúncio de negociação frustrada, sentimos a necessidade de responder com nosso maior instrumento de pressão. Os bancários do Maranhão, de Bauru, do Rio Grande do Norte e de Porto Alegre já demonstraram que estão dispostos a iniciar a paralização a partir do dia 22. No entanto, essa vontade da base do país inteiro não se reflete nas decisões da maior parte das direções sindicais.
O Sindicato dos Bancários da Bahia costuma responsabilizar a Contraf/CUT por essa situação de descompasso entre aquilo que a categoria deseja e o que a direção do movimento impõe. Concordamos com essa denúncia e acreditamos que a categoria precisa derrotar a Contraf/CUT e sua política de conciliação com o Governo. Precisamos acabar com a Mesa Única da Fenaban e forçar o Governo a negociar nossas perdas salariais nos bancos públicos, assim como outras categorias conseguiram.
Nos impuseram um índice rebaixado de 11%.nessa campanha salarial. Apesar disso, podemos avançar em outros temas importantes, como o piso salarial e a Isonomia, derrotando a proposta que defende a deflagração da Greve apenas depois das eleições presidenciais. Por isso, fazemos um chamado mais uma vez à diretoria do Sindicato da Bahia para que respeite a vontade da categoria e convoque o quanto antes a Assembléia Geral do dia 22/09. Temos o direito de avaliar as negociações e decidir se queremos entrar em greve!
Apesar de ter assumido esse compromisso no Encontro pela Isonomia, o Sindicato ainda não anunciou a data da assembléia. No jornal “O bancário” de hoje não há qualquer menção sobre isso. Apesar da avaliação de que a reunião com a Fenaban não resultou em nada e de que não há previsão para apresentação de proposta, o jornal se refere a uma idéia muito vaga de que há a “possibilidade de greve nas próximas semanas”. Nada de concreto sobre data da assembléia, proposta de paralisação, muito menos sobre indicativo de Greve. Isso é muito ruim, pois a divulgação antecipada da realização da assembléia facilitaria uma maior presença da categoria.
É hora de reforçar a pressão para exigir do Sindicato a convocação imediata de nossa assembléia. Telefone para o número (71) 3329-2333 e mande mensagens para o e-mail imprensa@bancariosbahia.org.br.
Como entender esse comportamento intransigente se as instituições financeiras apresentaram lucros astronômicos em seus últimos balanços de resultados? Infelizmente, os bancos e o governo sentem-se tranqüilos e confortáveis diante de um Comando de Negociação que não propõe para a categoria um indicativo claro de greve.
A proposta de Greve a partir do dia 22 ganha força na base da categoria a cada dia. A cada anúncio de negociação frustrada, sentimos a necessidade de responder com nosso maior instrumento de pressão. Os bancários do Maranhão, de Bauru, do Rio Grande do Norte e de Porto Alegre já demonstraram que estão dispostos a iniciar a paralização a partir do dia 22. No entanto, essa vontade da base do país inteiro não se reflete nas decisões da maior parte das direções sindicais.
O Sindicato dos Bancários da Bahia costuma responsabilizar a Contraf/CUT por essa situação de descompasso entre aquilo que a categoria deseja e o que a direção do movimento impõe. Concordamos com essa denúncia e acreditamos que a categoria precisa derrotar a Contraf/CUT e sua política de conciliação com o Governo. Precisamos acabar com a Mesa Única da Fenaban e forçar o Governo a negociar nossas perdas salariais nos bancos públicos, assim como outras categorias conseguiram.
Nos impuseram um índice rebaixado de 11%.nessa campanha salarial. Apesar disso, podemos avançar em outros temas importantes, como o piso salarial e a Isonomia, derrotando a proposta que defende a deflagração da Greve apenas depois das eleições presidenciais. Por isso, fazemos um chamado mais uma vez à diretoria do Sindicato da Bahia para que respeite a vontade da categoria e convoque o quanto antes a Assembléia Geral do dia 22/09. Temos o direito de avaliar as negociações e decidir se queremos entrar em greve!
Apesar de ter assumido esse compromisso no Encontro pela Isonomia, o Sindicato ainda não anunciou a data da assembléia. No jornal “O bancário” de hoje não há qualquer menção sobre isso. Apesar da avaliação de que a reunião com a Fenaban não resultou em nada e de que não há previsão para apresentação de proposta, o jornal se refere a uma idéia muito vaga de que há a “possibilidade de greve nas próximas semanas”. Nada de concreto sobre data da assembléia, proposta de paralisação, muito menos sobre indicativo de Greve. Isso é muito ruim, pois a divulgação antecipada da realização da assembléia facilitaria uma maior presença da categoria.
É hora de reforçar a pressão para exigir do Sindicato a convocação imediata de nossa assembléia. Telefone para o número (71) 3329-2333 e mande mensagens para o e-mail imprensa@bancariosbahia.org.br.
VITÓRIA DA BASE! DEPOIS DE PRESSIONAR O SINDICATO DA BAHIA, BANCÁRIOS CONSEGUEM INDICATIVO DE ASSEMBLÉIA PARA DIA 22
No último sábado ocorreu o Encontro Inter-Estadual pela Isonomia, realizado também em outros estados como São Paulo e Santa Catarina. O evento aqui na Bahia contou com pouca participação da base, refletindo mais uma vez a precária convocação realizada pela diretoria do Sindicato, chegando ao ponto de ter ocorrido em um local distinto daquele que havia sido divulgado no jornal “O Bancário” do dia anterior.
Por isso, o objetivo inicial do Encontro, que seria preparar a categoria para defender licença prêmio e anuênio para todos na campanha salarial, se cumpriu apenas parcialmente. Com a exceção de alguns ativistas de Salvador e Região Metropolitana e de poucos bancários de base que vieram com a delegação do interior e de Sergipe, o evento se resumiu novamente a um encontro de dirigente sindicais.
Apesar disso, conseguimos vitórias importantes nesse encontro. Em primeiro lugar, o abaixo-assinado impulsionado pelo MNOB/ BA contou com uma importante adesão durante o evento reforçando a iniciativa que chegou a coletar cerca de 400 assinaturas até o início desta semana.
Lembrando que o abaixo-assinado, que começou a circular no fim de agosto, exigia a realização do próprio Encontro pela Isonomia, de assembléias específicas para o dia 17/09 e continua exigindo a realização de Assembléia Geral no dia 22 para avaliar as negociações e a deflagração da Greve para o dia seguinte. A adesão foi impressionante! Se tivéssemos condições de percorrer um número maior de agências, com certeza o número de assinaturas seria bem maior.
Além de informar ao sindicato a grande adesão da base ao abaixo-assinado, exigimos que a diretoria apresentasse uma data concreta para a realização de nossa assembléia. Inicialmente, a diretoria não quis apresentar data específica para a convocação. No entanto, depois que um bancário de base de Sergipe também exigiu um posicionamento, a diretoria enfim concordou com a nossa proposta de assembléia para o dia 22.
Exigimos também no encontro a convocação de uma reunião dos delegados sindicais para discutir a campanha salarial e a preparação para a Greve. A convocação de reuniões regulares entre delegados sindicais é uma resolução do Congresso dos Bancários, ocorrido em março deste ano, mas que até agora não foi cumprida. Conseguimos nesse encontro também o compromisso da diretoria para que convoque essa reunião antes da assembléia do dia 22.
Apesar dessas vitórias, a única garantia que iremos concretizá-las de fato é a continuidade da pressão da base sobre o sindicato. Se queremos reunião entre os delegados sindicais para preparar a greve e se estamos convencidos de que a assembléia no dia 22 precisa acontecer, devemos manter as exigências e a pressão. Além disso, devemos exigir que a assembléia seja divulgada massivamente e com antecedência para que conte com uma forte presença da categoria.
Até agora nem a assembléia e nem a reunião dos delegados sindicais foi informada no boletim ou site do sindicato.Telefone ou mande e-mail exigindo o nosso direito de avaliar as negociações e decidir se queremos a deflagração da Greve. Vamos tomar a campanha salarial em nossas mãos e empurrar o sindicato para a luta! O telefone e o e-mail do sindicato são: (71) 3329-2333 e imprensa@bancariosbahia.org.br.
Por isso, o objetivo inicial do Encontro, que seria preparar a categoria para defender licença prêmio e anuênio para todos na campanha salarial, se cumpriu apenas parcialmente. Com a exceção de alguns ativistas de Salvador e Região Metropolitana e de poucos bancários de base que vieram com a delegação do interior e de Sergipe, o evento se resumiu novamente a um encontro de dirigente sindicais.
Apesar disso, conseguimos vitórias importantes nesse encontro. Em primeiro lugar, o abaixo-assinado impulsionado pelo MNOB/ BA contou com uma importante adesão durante o evento reforçando a iniciativa que chegou a coletar cerca de 400 assinaturas até o início desta semana.
Lembrando que o abaixo-assinado, que começou a circular no fim de agosto, exigia a realização do próprio Encontro pela Isonomia, de assembléias específicas para o dia 17/09 e continua exigindo a realização de Assembléia Geral no dia 22 para avaliar as negociações e a deflagração da Greve para o dia seguinte. A adesão foi impressionante! Se tivéssemos condições de percorrer um número maior de agências, com certeza o número de assinaturas seria bem maior.
Além de informar ao sindicato a grande adesão da base ao abaixo-assinado, exigimos que a diretoria apresentasse uma data concreta para a realização de nossa assembléia. Inicialmente, a diretoria não quis apresentar data específica para a convocação. No entanto, depois que um bancário de base de Sergipe também exigiu um posicionamento, a diretoria enfim concordou com a nossa proposta de assembléia para o dia 22.
Exigimos também no encontro a convocação de uma reunião dos delegados sindicais para discutir a campanha salarial e a preparação para a Greve. A convocação de reuniões regulares entre delegados sindicais é uma resolução do Congresso dos Bancários, ocorrido em março deste ano, mas que até agora não foi cumprida. Conseguimos nesse encontro também o compromisso da diretoria para que convoque essa reunião antes da assembléia do dia 22.
Apesar dessas vitórias, a única garantia que iremos concretizá-las de fato é a continuidade da pressão da base sobre o sindicato. Se queremos reunião entre os delegados sindicais para preparar a greve e se estamos convencidos de que a assembléia no dia 22 precisa acontecer, devemos manter as exigências e a pressão. Além disso, devemos exigir que a assembléia seja divulgada massivamente e com antecedência para que conte com uma forte presença da categoria.
Até agora nem a assembléia e nem a reunião dos delegados sindicais foi informada no boletim ou site do sindicato.Telefone ou mande e-mail exigindo o nosso direito de avaliar as negociações e decidir se queremos a deflagração da Greve. Vamos tomar a campanha salarial em nossas mãos e empurrar o sindicato para a luta! O telefone e o e-mail do sindicato são: (71) 3329-2333 e imprensa@bancariosbahia.org.br.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Semestre de lutas: unificar as campanhas salariais!
Além da campanha salarial dos bancários, outras categorias iniciaram mobilizações nesse segundo semestre. Os metalúrgicos da Bahia já estão em Greve e os petroleiros e funcionários dos Correios se preparam para cruzar os braços durante o mês de setembro. A unificação dessas mobilizações fortaleceria a luta de cada uma dessas categorias, inclusive a de nós bancários. Infelizmente, tanto a CUT como a CTB evitam articular essas greves para não correr o risco de pressionar politicamente o governo em plena campanha eleitoral. A CSP Conlutas faz um chamado ao Sindicato dos Bancários da Bahia e à CTB para que procurem ações em comum entre a campanha salarial dos bancários e as lutas dos demais trabalhadores.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Participe do Encontro Estadual pela Isonomia nos Bancos Públicos!
No próximo sábado, 11/09, ocorre o Encontro Estadual pela Isonomia. O evento está sendo convocado pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, seguindo deliberação dos congressos dos funcionários do BB e da CEF, realizados em abril deste ano.
Além do arrocho salarial e das péssimas condições de trabalho, os bancários que ingressaram nos bancos públicos após 1998 se deparam com uma situação de discriminação nos locais de trabalho. Conhecidos como “genéricos”, esses funcionários não possuem os mesmos direitos que os colegas pré-98, mesmo desempenhando a mesma função.
Essa situação foi imposta pelo Governo FHC, mas é necessário dizer que o Governo Lula não alterou esse quadro de diferenciação e de retirada de direitos. A isonomia sempre foi uma demanda importante da categoria nesses quase 8 anos, mas o Governo Lula fez apenas algumas alterações superficiais, como o direito de acumular ou vender os abonos. E isso depois de muita pressão com as greves da categoria. Naquilo que é fundamental para garantir a isonomia de fato, o governo não avançou um passo sequer.
Dessa forma, um colega que tem 12 anos ou menos de banco não pode gozar do direito à licença-prêmio que os demais colegas têm. Não pode descansar 18 dias por ano (90 dias a cada 5 anos) ou converter esse tempo em espécie, aumentando sua renda.
Além disso, não poderá se beneficiar da recente conquista do retorno do anuênio no BB, retirado arbitrariamente pelo banco. Segundo determinação da justiça, o banco deverá ressarcir retroativamente e incorporar ao salário os anuênios atrasados. Essa vitória dos antigos funcionários, portanto, vai escancarar ainda mais o fosso existente entre os pré e os pós-98.
O governo Lula não pode terminar mais um mandato sem atender nossa reivindicação de isonomia! Para trabalhos iguais, direitos iguais! Nessa campanha salarial, devemos exigir do governo Lula que desfaça esse ataque de FHC. As ações judiciais e os projetos de lei são importantes, mas somente a luta da categoria pode nos levar a essa conquista.
Devemos exigir do Comando de Negociação e do Sindicato da Bahia que não venda nossa greve por uma proposta de reajuste irrisória como nos últimos anos. Uma vez em greve, só devemos descruzar os braços depois de um real avanço na luta pela isonomia.
Venha discutir nossos direitos e organizar a luta pela isonomia como um dos eixos da campanha salarial! Participe do Encontro Estadual pela Isonomia!
O Encontro ocorrerá no dia 11 ,a partir das 9h. Local: Marazul Hotel, ao lado do Hospital Espanhol, na Barra.
Além do arrocho salarial e das péssimas condições de trabalho, os bancários que ingressaram nos bancos públicos após 1998 se deparam com uma situação de discriminação nos locais de trabalho. Conhecidos como “genéricos”, esses funcionários não possuem os mesmos direitos que os colegas pré-98, mesmo desempenhando a mesma função.
Essa situação foi imposta pelo Governo FHC, mas é necessário dizer que o Governo Lula não alterou esse quadro de diferenciação e de retirada de direitos. A isonomia sempre foi uma demanda importante da categoria nesses quase 8 anos, mas o Governo Lula fez apenas algumas alterações superficiais, como o direito de acumular ou vender os abonos. E isso depois de muita pressão com as greves da categoria. Naquilo que é fundamental para garantir a isonomia de fato, o governo não avançou um passo sequer.
Dessa forma, um colega que tem 12 anos ou menos de banco não pode gozar do direito à licença-prêmio que os demais colegas têm. Não pode descansar 18 dias por ano (90 dias a cada 5 anos) ou converter esse tempo em espécie, aumentando sua renda.
Além disso, não poderá se beneficiar da recente conquista do retorno do anuênio no BB, retirado arbitrariamente pelo banco. Segundo determinação da justiça, o banco deverá ressarcir retroativamente e incorporar ao salário os anuênios atrasados. Essa vitória dos antigos funcionários, portanto, vai escancarar ainda mais o fosso existente entre os pré e os pós-98.
O governo Lula não pode terminar mais um mandato sem atender nossa reivindicação de isonomia! Para trabalhos iguais, direitos iguais! Nessa campanha salarial, devemos exigir do governo Lula que desfaça esse ataque de FHC. As ações judiciais e os projetos de lei são importantes, mas somente a luta da categoria pode nos levar a essa conquista.
Devemos exigir do Comando de Negociação e do Sindicato da Bahia que não venda nossa greve por uma proposta de reajuste irrisória como nos últimos anos. Uma vez em greve, só devemos descruzar os braços depois de um real avanço na luta pela isonomia.
Venha discutir nossos direitos e organizar a luta pela isonomia como um dos eixos da campanha salarial! Participe do Encontro Estadual pela Isonomia!
O Encontro ocorrerá no dia 11 ,a partir das 9h. Local: Marazul Hotel, ao lado do Hospital Espanhol, na Barra.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Indicativo de Greve para dia 22/09
Na última quinta-feira, 02/09, os bancários de Porto Alegre decidiram em assembléia adotar o calendário proposto pelo MNOB/Conlutas e votaram o indicativo de greve para o dia 22/09. Isso significa uma grande vitória da base, pois a proposta original do sindicato era iniciar a greve somente depois do 1° turno das eleições presidenciais. Diante da pressão da base, a diretoria do sindicato foi obrigada a recuar e aceitar a proposta, que foi votada por unanimidade.
Os sindicatos do Rio Grande do Norte, do Maranhão e de Bauru (filiados ao MNOB) já haviam adotado o calendário e agora com essa vitória em Porto Alegre abre-se a possibilidade de que isso se repita em outros estados, inclusive aqui na Bahia.
Para isso, é preciso pressionar a diretoria do Sindicato dos Bancários da Bahia exigindo convocação de assembléia para avaliarmos as negociações e a proposta de indicativo de greve para o próximo dia 22.
O abaixo-assinado exigindo assembléia e deliberação sobre a greve no mês de setembro vem tendo grande aceitação nas agências. Além disso, na posse dos representantes sindicais de base do BB, todos assinaram o abaixo-assinado e ficaram responsáveis por coletar as assinaturas em seus locais de trabalho. Essa mobilização está reunindo centenas de assinaturas exigindo assembléia e indicativo de greve. A diretoria do sindicato já está ciente disso e a partir dessa pressão precisa atender a vontade da categoria.
O calendário proposto no abaixo-assinado é o seguinte:
- 11/09: Encontro Estadual pela Isonomia. Esse evento foi uma deliberação dos Congressos dos funcionários do BB e da CEF realizados em abril deste ano. Infelizmente o sindicato só iniciou sua convocação ontem pelo site. Desde a semana passada, o MNOB/ BA vem alertando a todos que a convocação e a participação neste encontro são fundamentais para fortalecer a luta pela isonomia nessa campanha salarial. O evento ocorre no Marazul Hotel, ao lado do Hospital Espanhol, a partir das 9h. Participe!
- 17/09: Assembléias para avaliação das negociações específicas (BB, CEF, BNB) e das negociações com a Fenaban. Definição de indicativo de greve.
-22/09: Assembléia geral e definição sobre greve
O abaixo-assinado segue em anexo. Depois de coletadas as assinaturas, favor encaminhá-las via malote, de preferência até quinta-feira, para os seguintes colegas:
BB:
Catiane (Ag. Camaçari – 1238) ou Wellington (Ag. Aratu – 1238)
CEF
Thiago Telles (Ag. Comércio - Salvador)
BNB
Valter Mercês (Ag. Comércio - Salvador)
Os sindicatos do Rio Grande do Norte, do Maranhão e de Bauru (filiados ao MNOB) já haviam adotado o calendário e agora com essa vitória em Porto Alegre abre-se a possibilidade de que isso se repita em outros estados, inclusive aqui na Bahia.
Para isso, é preciso pressionar a diretoria do Sindicato dos Bancários da Bahia exigindo convocação de assembléia para avaliarmos as negociações e a proposta de indicativo de greve para o próximo dia 22.
O abaixo-assinado exigindo assembléia e deliberação sobre a greve no mês de setembro vem tendo grande aceitação nas agências. Além disso, na posse dos representantes sindicais de base do BB, todos assinaram o abaixo-assinado e ficaram responsáveis por coletar as assinaturas em seus locais de trabalho. Essa mobilização está reunindo centenas de assinaturas exigindo assembléia e indicativo de greve. A diretoria do sindicato já está ciente disso e a partir dessa pressão precisa atender a vontade da categoria.
O calendário proposto no abaixo-assinado é o seguinte:
- 11/09: Encontro Estadual pela Isonomia. Esse evento foi uma deliberação dos Congressos dos funcionários do BB e da CEF realizados em abril deste ano. Infelizmente o sindicato só iniciou sua convocação ontem pelo site. Desde a semana passada, o MNOB/ BA vem alertando a todos que a convocação e a participação neste encontro são fundamentais para fortalecer a luta pela isonomia nessa campanha salarial. O evento ocorre no Marazul Hotel, ao lado do Hospital Espanhol, a partir das 9h. Participe!
- 17/09: Assembléias para avaliação das negociações específicas (BB, CEF, BNB) e das negociações com a Fenaban. Definição de indicativo de greve.
-22/09: Assembléia geral e definição sobre greve
O abaixo-assinado segue em anexo. Depois de coletadas as assinaturas, favor encaminhá-las via malote, de preferência até quinta-feira, para os seguintes colegas:
BB:
Catiane (Ag. Camaçari – 1238) ou Wellington (Ag. Aratu – 1238)
CEF
Thiago Telles (Ag. Comércio - Salvador)
BNB
Valter Mercês (Ag. Comércio - Salvador)
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